PRODUTOS DE LIMPEZA-1
PRODUTOS DE LIMPEZA
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PRODUTOS DE LIMPEZA

distribuidor de produtos de limpeza em campinas

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EROAMBIENTAL - DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS DE LIMPEZA

TELEVENDAS (11) 3168-3865

Maior distribuidora de produtos de limpeza em campinas e regi√£o.

Uma distribuidora de produtos de limpeza preocupada com meio ambiente e os impactos dos  produtos quimicos na natureza

EROAMBIENTAL - REPRESENTANTE TERPENOIL EM SÃO PAULO

N√£o somos apenas uma distribuidor de produtos de limpeza somos uma empresa preocupada com o meio ambiente e seu fundador Eduardo Rotemberg h√° mais de 30 anos busca por solu√ß√Ķes sustentaveis em seus projetos.

EROAMBIENTAL¬†- √Č a representante da fabricante Terpenoil uma empresa que dispensa apresenta√ß√£o pois sua luta ja √© conhecida entre os defensores do meio ambiente em nosso pais e at√© fora dele

FA√áA SUA PARTE UTILIZE PRODUTOS ORG√āNICOS QUE OFERE√áAM O MINIMO DE IMPACTO NA NATUREZA
 

 

Fundada há cinco anos por um ex-executivo de banco, a TerpenOil, com sede em Jundiaí (SP), cria produtos de higienização fabricados a partir de óleo extraído da casca de laranja

 

por Gilberto de Almeida

 

Editora Globo
 

H√° cinco anos, o empres√°rio Jos√© Luiz Majolo, 57 anos, arrega√ßou as mangas, pesquisou o mercado e descobriu que havia poucas empresas fabricando produtos de higieniza√ß√£o ecologicamente corretos. Com 35 anos de trabalho dedicados ao ramo financeiro ‚ÄĒ os √ļltimos cinco anos como vice-presidente do ABN Amro para a Am√©rica Latina ‚ÄĒ, o executivo farejou ali uma oportunidade de neg√≥cio. J√° desvinculado do banco, montou a TerpenOil, empresa que nasceu a partir de uma ideia de um amigo, o hoje s√≥cio Raul Correa. ‚ÄúEle estava pesquisando uma maneira de fabricar detergente usando como base o terpeno ‚ÄĒ subst√Ęncia natural extra√≠da do p√≠nus, ou da casca da laranja, ou do lim√£o.‚ÄĚ Como havia pouca informa√ß√£o a respeito das aplica√ß√Ķes do terpeno na ind√ļstria, Majolo investiu US$ 1 milh√£o no desenvolvimento da nova tecnologia. Gastou ainda R$ 4,5 milh√Ķes para montar a infraestrutura necess√°ria para a fabrica√ß√£o do produto em um galp√£o de 800 metros quadrados em Jundia√≠, cidade do interior de S√£o Paulo. ‚ÄúInserir os conceitos de sustentabilidade no mundo dos neg√≥cios, al√©m de custar caro, ainda √© um desafio gigantesco. Obst√°culos surgem todos os dias‚ÄĚ, diz o empreendedor.¬†

Focada nas vendas para o mercado corporativo, a TerpenOil j√° tem um portf√≥lio com cerca de 20 itens, divididos entre produtos de limpeza, automotivos, purificadores de ar e desengraxantes industriais. O faturamento do empreendimento, que emprega atualmente 25 funcion√°rios, foi de R$ 4,5 milh√Ķes em 2010 ‚ÄĒ este ano, a previs√£o √© de que chegue a R$ 12 milh√Ķes. A nova aposta do empres√°rio √© a cria√ß√£o de produtos org√Ęnicos que ajudem na limpeza de √°reas contaminadas por petr√≥leo. ‚ÄúAqui pensamos em inova√ß√£o o dia inteiro. O futuro da empresa est√° no nosso laborat√≥rio‚ÄĚ, diz Majolo.¬†

SEM CHEIRO 
O lavador de ar portátil é um dos 20 itens do portfólio da TerpenOil, todos eles produzidos a partir do terpeno. Aplicado no ambiente, o produto elimina odores desagradáveis e microrganismos. Por enquanto, as vendas estão focadas no mercado corporativo. 

TRÊS EM UM 
Os gal√Ķes guardam a subst√Ęncia que serve de base para a linha de limpeza e higieniza√ß√£o da empresa, produzida com elementos naturais biodegrad√°veis. De acordo com o grau de dilui√ß√£o em √°gua, o produto funciona como desinfetante, higienizador de piso ou limpador de vidro.¬†
foto: ricardo Correa 

FOCO NA INOVAÇÃO 
Novo produto org√Ęnico, ainda em pesquisa. O objetivo √© que possa ser utilizado na limpeza de tanques e plataformas de petr√≥leo e na descontamina√ß√£o de terras atingidas por desastres ambientais.¬†

BASE NATURAL 
Jos√© Luiz Majolo, fundador da empresa, recebe frasco com terpeno, subst√Ęncia natural extra√≠da do p√≠nus ou da casca de laranja que serve de base para todos os produtos de limpeza desenvolvidos pela TerpenOil.¬†

LIXO LIMPO 

A linha automotiva desenvolvida pela empresa n√£o cont√©m subst√Ęncias √°cidas ou corrosivas. Por causa disso, preserva a pintura do carro e intensifica o brilho. O produto √© empregado tamb√©m na higieniza√ß√£o de caminh√Ķes de lixo.

 fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI262941-17153,00-LIMPEZA+ORGANICA.html

OFERECEMOS;

Linha de Produtos de limpeza atóxicos, naturais e concentrados para limpeza e higienização de ambientes residenciais, comerciais e industriais.

Produtos de limpeza n√£o decapantes, livres de subst√Ęncias √°cidas e corrosivas desenvolvidos para a¬†limpeza de autom√≥veis, limpeza √īnibus e limpeza de caminh√Ķes.

Sistemas para purificação do ar contaminado com odores, microorganismos e partículas
que trazem aos ambientes o frescor e a pureza do ar da floresta.

S√£o comercializados pela AQUAR.

Sistemas para tratamento de emiss√£o de gases e odores em processos industriais que
utilizam a emuls√£o de terpeno e √°gua como filtro.

Produtos de limpeza naturais para o tratamento de superf√≠cies em processos produtivos industriais¬†comercializados atrav√©s da ODC Desengraxantes Org√Ęnicos.

Fra√ß√Ķes comercializadas como mat√©ria-prima para fabrica√ß√£o de produtos de baixo
impacto ambiental.

‚ÄĘ Produtos de limpeza com qualidade superior;¬†

‚ÄĘ Produtos de limpeza com pre√ßos competitivos;

‚ÄĘ ¬†Redu√ß√£o no¬† mix de produtos de limpeza;¬†

‚ÄĘ Produtos de limpeza com baix√≠ssimo impacto¬† ambiental;¬†

‚ÄĘ Produtos de limpeza que n√£o causam danos¬†√† sa√ļde.

Formulação à base de Terpenos, ativos naturais e biodegradáveis contidos nos óleos das plantas, que possuem excelentes propriedades bactericidas, fungicidas e neutralizadoras de odor. 

Produtos de limpeza at√≥xicos, com pH semelhante ao da √°gua e¬†isentos de subst√Ęncias qu√≠micas derivadas de petr√≥leo,¬†√°cidas, alcalinas, fosf√°tcas ou corrosivas.¬†¬†

Produtos de limpeza aprovados pela ANVISA e adequados ao LEED.

Produtos de limpeza sustent√°vel

Multiuso  Plus:  produto de limpeza  concentrado ultra-fexível à base de óleos naturais.  Ideal para  a  limpeza  diária  de  superfcies  como pisos, pias, vidros, espelhos, paredes, móveis, carpetes, mármores, granitos, chapas de inox, dentre outras.

Multiuso  Plus Natural:  produto  de limpeza natural,  sem  cheiro,  concentrado e ultra-flexível em sua aplicação. Ideal para a limpeza diária de superfcies como pisos, pias, vidros, espelhos, paredes, móveis, carpetes, mármores,  granitos,  chapas de  inox, dentre outras.  Sua utilização  confere  pontos  nos  processos  de  certificação  LEED  de edifcios e empreendimentos.

Hd-20: produto de limpeza para a limpeza pesada, concentrado e de fácil aplicação. Remove manchas incrustadas como marcas de pneu, graxas, óleos, gorduras e  sujeiras em geral. Apresenta maior poder de limpeza e menor volume de espuma que os produtos tradicionais.

Max Solvente: produto de limpeza super-removedor natural concentrado para a¬†limpeza ¬†de ¬†superfcies ¬†com ¬†picha√ß√Ķes, ¬†tntas ¬†em ¬†geral, ¬†colas ¬†e¬†manchas incrustadas de difcil remo√ß√£o.

Desengodurante: produto para limpeza de cozinhas, grelhas, pisos, paredes, azulejos, fornos, coifas, bancadas, ou qualquer superfcie com alto teor de óleos e gorduras. 

Desinfetantes: produtos de limpeza inovadores formulados com a mistura¬†de terpenos de origem c√≠trica coadjuvados pelo cloreto de benzalc√īnio, que apresentam excelente espectro bactericida. Registrados¬†como desinfetante na Anvisa, est√£o dispon√≠veis nas vers√Ķes para uso¬†hospitalar, na ind√ļstria alimentcia e na de uso geral.

 

Os produtos de limpeza estão disponíveis em embalagens de 1L, 5L e 20 litros.

 

A linha de produtos de limpeza e higienização natural da Terpenoil 

Atuação 

Distribuidor de produtos de limpeza antialergico em campinas

Distribuidor de produtos de limpeza automotiva em campinas

Distribuidor de produtos de limpeza residencial em campinas

Distribuidor de produtos de limpeza organico em campinas

Distribuidor de produtos de limpeza  industrial em campinas

Distribuidora de produtos de limpeza atoxico em campinas

Distribuidor de produtos de limpeza pesada em campinas

  

DIRETRIZES PARA PRODUTOS DE LIMPEZA 

 

√ćNDICE

1. APRESENTAÇÃO E ESCOPO DA CERTIFICAÇÃO

2. REFERÊNCIAS, NORMAS

3. APLICA√á√ēES

4. DAS MATERIAS PRIMAS

4.1. Produtos de origem vegetal

4.3. Produtos microbiológicos

4.4. Produtos de origem inorg√Ęnica

4.5. Produtos derivados de processos químicos de síntese

4.6. √Āgua

5. PROCESSOS PARA PREPARO DAS MATERIAS PRIMAS

6. FORMULA√á√ēES DOS PRODUTOS

7. TRATAMENTO DO PRODUTO ACABADO

8. EMBALAGENS

9. AN√ĀLISES E TESTES OBRIGAT√ďRIOS

10. CLASSIFICAÇÃO DOS PRODUTOS

11. ROTULAGEM

12. SUBST√āNICIAS PERMITIDAS


1.APRESENTAÇÃO E ESCOPO DA CERTIFICAÇÀO

 

O impacto sobre o meio ambiente da nossa sociedade industrial vai depender das escolhas que fazemos constantemente a cada dia, quanto aos produtos de consumo que trazemos para dentro de nossas casa e fábricas. As melhores escolhas levarão a um alto nível de sustentabilidade ambiental.

 

A escolha por produtos corretos não é simples e demanda por parte do consumidor, informação e consciência.

 

A transparência dos processos de fabricação industrial é hoje tema importante e atual. A certificação de produtos de limpeza naturais- biodegradáveis será peça fundamental na orientação a ser dada ao consumidor sobre a sua escolha de consumo.

 

O IBD se orgulha de colocar à disposição da sociedade suas normas para

 

Produtos de Limpeza Naturais.

 

Nestas normas serào definidas as características e requisitos aos produtos de limpeza que poderào ser rotulados com Logotipo IBD- Ingedientes Naturais.

 

S√£o objetivos desta norma:

 

‚ÄĘ Estimular e favorecer o uso de produtos e processos, assim como embalagens

 

com menor impacto ambiental poss√≠vel. IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos¬†reservados.

 

3

 

‚ÄĘ Evitar que produtos alerg√™nicos e irritantes cheguem ao consumidor.

 

‚ÄĘ Promover a utiliza√ß√£o de produtos certificados org√Ęnicos, extrativistas¬†certificados e sem irradia√ß√£o ionizante.

 

2. REFERENCIAS, NORMAS

 

- determina√ß√Ķes da ANVISA

 

- Diretrizes Para Cosm√©ticos Naturais e Org√Ęnicos Certificados-IBD

 

- Diretrizes Para Materiais de Limpeza Naturais IBD.

 

3. APLICA√á√ēES

 

S√£o produtos sujeitos a aplica√ß√Ķes destas diretrizes:

 

a) todos os produtos de lavagem de m√£os e cozinha.

 

b) Produtos detergentes destinados a limpeza de pavimentos, superfícies móveis

 

e imóveis, paredes por exemplo.

 

c) Produtos detergentes de limpeza de banheiros e similares.

 

d) Detergentes de limpeza de tecidos.

 

e) Produtos detergentes para limpeza de ambientes de preparação de alimentos em restaurantes e similares, hospedagens e similares.

 

f) Coadjuvantes, ingredientes, mat√©rias primas e similares qu√≠micos e substancias¬†naturais que s√£o utilizados no processo de limpeza e possam estar presentes na¬†formula√ß√£o de detergentes como suavizantes, brilhantes, sequestrantes, tamp√Ķes,¬†estabilizantes, reguladores de pH entre outros.

 

4. DAS MATERIAS PRIMAS

 

Os produtos de limpeza IBD podem conter os seguintes ingredientes de matéria

 

prima:

 

1. Produtos de origem vegetal.

 

2. Produtos de origem animal.

 

3. Produtos de origem microbiológica.

 

4. Produtos de origem inorg√Ęnica,

 

5. Produtos derivados de processos químicos de síntese

 

6. √Āgua.

 

Cada grupo de matéria prima deve respeitar as características indicadas abaixo e respeitar a composição percentual no ponto 6 abaixo.

 

4.1. Produtos De Origem Vegetal.

 

Devem provir de agricultura org√Ęnica. Caso fique provado que o ingrediente n√£o¬†est√° dispon√≠vel em forma certificada, pode-se usar os de origem n√£o certificada, IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos¬†reservados.

 

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porém se estas forem de extrativismo, as devidas licenças legais oficiais de coleta deverão estar disponíveis.

 

Os ingredientes não podem ser feitos ou ser sub-produtos de Organismos Geneticamente Modificados.

 

Os seguintes produtos dever√£o ser originados obrigatoriamente de agricultura¬†org√Ęnica:

 

‚ÄĘ √≥leos vegetais.

 

Plantas em risco de extinção não poderão ser usadas.

 

Para a utiliza√ß√£o de aromas e perfumes, somente poder√£o ser usados os produtos¬†de agricultura org√Ęnica.

 

4.2 Produtos De Origem Animal.

 

Devem ser de origem org√Ęnica. Por causa da atual disponibilidade limitada destas¬†mat√©rias primas, produtos de origem convencional poder√£o ser usados, por√©m¬†n√£o de Organismos Geneticamente Modificados ou derivados de tais.

 

4.3. Produtos Microbiológicos.

 

√Č proibido o uso de produtos microbiol√≥gicos de origem Geneticamente

 

Modificados ou derivados de tais.

 

4.4. Produtos De Origem Inorg√Ęnica.

 

As matérias de origem mineral devem ser avaliadas quanto à concentração de metais de toxicidade reconhecida como: As, Pb, Cu, Ni, Cd, Zn, Cr hexavalente,

 

Sb) e deverão estar presentes no máximo em forma de traços.

 

Os níveis de tais metais será monitorado.

 

Os reagentes comuns de acidifica√ß√£o e de base s√£o autorizados nos processos de¬†s√≠ntese de mat√©ria prima: acido clor√≠drico, sulf√ļrico, n√≠trico, fosf√≥rico, soda,¬†potassa, etc.

 

4.5. Produtos Derivados De Processos Químicos De Síntese.

 

a) Tensioativos

 

Ver item 6.5

 

b) Outros produtos

 

Formula√ß√Ķes¬† de produtos org√Ęnicos n√£o dispon√≠veis poder√£o ser certificados¬†como NATURAIS OU COM INGREDIENTES NATURAIS desde que a alternativa¬†seja de origem natural vegetal ou animal e cuja gera√ß√£o n√£o gerem impacto¬†negativo no meio ambiente. O IBD se reserva ao direito de aprovar ou reprovar¬†tais produtos.

 

4.6. √Āgua

 

√Āgua pot√°vel ou desmineralizada poder√° ser usada. IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos¬†reservados.

 

5

 

5. PROCESSOS DE PREPARO DE MATERIA PRIMA.

 

5.1 √Č proibida a utiliza√ß√£o de raios x ou gama para fins de conserva√ß√£o.

 

5.2 Para uso de catalisadores, deverão ser feitas análises que comprovem a ausência destes nos produtos finais.

 

As empresas certificadas dever√£o demonstrar t√©cnicas apropriadas de manejo de¬†efluentes ou res√≠duos gasosos e s√≥lidos e estar em dia com as obriga√ß√Ķes legais¬†destas atividades. Os certificados emitidos pelas autoridades dever√£o ser de no¬†m√°ximo 6 meses, no in√≠cio do processo de certifica√ß√£o.

 

6. FORMULA√á√ēES DOS PRODUTOS.

 

6.1 Os produtos dever√£o ser indicados com formula√ß√£o exata e descri√ß√£o qu√≠mica¬†exata dos ingredientes, com n√ļmeros de identifica√ß√Ķes internacionais, graus de¬†pureza, tipos e percentuais de impureza, formula√ß√£o qu√≠mica.

 

6.2 O efeito do impacto sobre o ambiente será medido por graus de toxicidade aquática com os valores usados normalmente nos institutos de detecção de qualidade.

 

Os valores para os diferentes produtos de limpeza n√£o poder√£o ser superiores aos

 

valores aceitos pelas legisla√ß√Ķes nacionais.

 

6.3 O IBD se reserva o direito de n√£o autorizar algum ingrediente que seja¬†suspeito alta toxicidade ou n√£o aceito por outro sistema de certifica√ß√£o org√Ęnica.

 

6.4 Os ingredientes classificados como de risco para as vias respiratórias e para a pele não poderão ser utilizados em concentração superior a 0,2%. 

 

6.5 Abiodegradabilidade das matérias primas deverão ser comprovadas (Teste

 

OECD serie 302 / serie 301).

 

6.6 Para os tensoativos ou quaisquer produtos obtidos da síntese química, será necessário se comprovar a origem natural  dos ingredientes que fornecem a cadeia de átomos de carbono. O carbono utilizado nos tensoativos deverá ser de origem vegetal.

 

7. TRATAMENTO DO PRODUTO ACABADO.

 

7.1 √Č proibido o uso de irradia√ß√£o ou outros processos n√£o f√≠sicos nos produtos¬†acabados.

 

7.2 O teste em animais dos produtos acabados é proibido.

 

8. EMBALAGENS. IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos

 

reservados.

 

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8.1 S√£o permitidos somente embalagens recicl√°veis.

 

8.2 √Č vedado o uso de PVC.

 

8.3 √Č proibido o uso de embalagens recicladas at√© que se comprove a seguran√ßa¬†no uso destas.

 

8.4 Dever√° ser estimulado o uso de sistemas de re-carga, para venda de produtos.

 

9. AN√ĀLISES OBRIGAT√ďRIAS.

 

9.1 Testes de Performance de Lavagem, segundo métodos oficiais dos institutos nacionais.

 

9.2 Produtos que entram em contato com a pele deverão ser testados clinicamente por Patch Test

 

9.3 Os resultados dos testes poderão ser fornecidos via documentos oficiais pelos fornecedores de matéria prima. Os resultados serão considerados de propriedade da empresa certificada mas serão colocados  disposição das autoridades acreditadoras do IBD se demandado.

 

10. CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS

 

10.1 Natural

 

Um produto pode ser classificado como sendo natural se for composto por¬†materia-prima natural n√£o certificadas ou certificada ou permitidas para ¬†formula√ß√Ķes naturais. Derroga√ß√£o dos itens 4.1 e 4.2 acima √© poss√≠vel.

 

Uma matéria-prima só será classificada como natural se realmente for 100%

 

natural

 

10.2 Org√Ęnico:

 

Um produto pode ser classificado como sendo org√Ęnico e ser certificado como tal

 

se a formula√ß√£o do mesmo conter pelo menos 95% de mat√©rias-primas org√Ęnicas,

 

descontada √°gua e sal. Os 5% restantes da formula√ß√£o podem ser compostos por¬†mat√©rias-primas naturais provenientes de agricultura ou extrativismo n√£o¬†certificadas ou certificadas ou permitidas para formula√ß√Ķes org√Ęnicas. Derroga√ß√£o¬†dos itens 4.1 e 4.2 acima √© poss√≠vel.

 

Uma mat√©ria-prima s√≥ poder√° ser classificada como org√Ęnica e receber esta¬†certifica√ß√£o se for 100% org√Ęnica, ou seja, obedecer todos os crit√©rios de¬†produ√ß√£o, extra√ß√£o e processamento para um produto org√Ęnico.

 

10.3 Feito com mat√©rias-primas org√Ęnicas :

 

Um produto pode ser classificado como sendo elaborado ou feito com mat√©riasprimas org√Ęnicas se, no m√≠nimo 70% e no m√°ximo 95% dos componentes da¬†formula√ß√£o, descontada √°gua e sal, forem certificadas org√Ęnicas. O restante da IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos

 

reservados.

 

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formula√ß√£o pode ser composto por mat√©rias-primas naturais provenientes de¬†agricultura ou extrativismo n√£o certificados ou certificados ou permitidas para¬†formula√ß√Ķes org√Ęnicas. Derroga√ß√£o dos itens 4.1 e 4.2 acima √© poss√≠vel.

 

Uma matéria-prima poderá obter esta certificação.

 

11. ROTULAGEM

 

Para rotulagem dos produtos naturais, org√Ęnicos ou feitos com mat√©rias-primas¬†org√Ęnicas devem obedecer, antes de mais nada, as normas de rotulagem e¬†classifica√ß√£o de produtos sanitizantes/de limpeza estabelecidas em lei.

 

Os produtos poder√£o receber rotulagem espec√≠fica enfatizando sua classifica√ß√£o¬†em natural, org√Ęnico ou feito com mat√©rias-primas org√Ęnicas. Independente da¬†classifica√ß√£o, todos os r√≥tulos dever√£o especificar as porcentagens totais de¬†mat√©rias-primas naturais e org√Ęnicas.

 

11.1 Produto natural

 

Os produtos naturais deverão destacar quais são as matérias-primas naturais e/ou provenientes de extrativismo certificado. Poderá indicar, ainda, que o produto contém matérias-primas naturais certificados.

 

No r√≥tulo poder√° ser usado o selo com ‚Äúlogotipo IBD- mat√©riasprimas/ingredientes naturais‚ÄĚ mas n√£o o selo Org√Ęnico IBD.

 

No verso do rótulo ou embalagem a seguinte frase optativa poderá ser colocada :

 

¬ę IBD certifica Produtos naturais de acordo com normas internacionais . ¬Ľ

 

As mat√©rias-primas naturais receber√£o, no r√≥tulo principal, etiqueta com os¬†dizeres: ‚ÄúIBD Ingrediente natural apropriado para uso em produtos¬†certificados naturais ou org√Ęnicos.‚ÄĚ

 

11.2 Org√Ęnico

 

Os produtos org√Ęnicos dever√£o destacar quais s√£o as mat√©rias-primas org√Ęnicas

 

e o rótulo receberá o selo como abaixo:

 

No verso do rótulo ou embalagem a seguinte frase optativa poderá ser colocada :

 

¬ę IBD certifica produtos org√Ęnicos de acordo com as normas internacionais¬Ľ IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos

 

reservados.

 

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Ser√° exigido pelo menos 95% de materias primas org√Ęnicas, sem incluir √°gua e¬†sal no c√°lculo, ou uso da derrogativa dos itens 4.1 e 4.2 acima.

 

As mat√©rias-primas org√Ęnicas receber√£o, no r√≥tulo principal, etiqueta com os¬†dizeres:

 

‚ÄúMat√©rias-primas org√Ęnicas, apropriado para uso em produtos certificados¬†naturais ou org√Ęnicos.‚ÄĚ

 

11.3¬† Feito com mat√©rias-primas org√Ęnicas

 

Os cosm√©ticos formulados com mat√©rias-primas org√Ęnicas dever√£o destacar quais¬†s√£o as org√Ęnicas e o r√≥tulo receber√° o selo com ¬ęfeito com mat√©rias-primas¬†org√Ęnicas ¬Ľ.

 

No verso do rótulo ou embalagem a seguinte frase optativa poderá ser colocada :

 

¬ęIBD certifica produtos feitos com mat√©rias-primas org√Ęnicas de acordo com

 

normas internacionais. ¬Ľ¬†

 

Ser√° exigido pelo menos 70% de mat√©rias primas org√Ęnicas, sem incluir √°gua e

 

sal no c√°lculo, ou uso da derrogativa dos itens 4.1 e 4.2 acima.

 

11.4 Org√Ęnico com ¬ę IFOAM ACCREDITED ¬Ľ.

 

Para que os produtos sejam rotulados com o selo IBD e com o ¬ę IFOAM

 

ACCREDITED ¬Ľ somente poder√£o ser usados aditivos aprovados pelas normas

 

ORG√āNICO IBD, ANEXO V.

 

Neste caso a rotulagem seguirá os mesmos critérios estipulados para uso do selo

 

ORGANICO IBD, disponível nas Diretrizes IBD.

 

Neste caso ainda, as t√©cnicas poss√≠veis para processamento de produtos¬†org√Ęnicos para uso do selo IFOAM ACCREDITED ser√£o biol√≥gicas, f√≠sicas e¬†mec√Ęnicas. Extra√ß√£o somente ser√° poss√≠vel com √°gua, etanol, √≥leos de plantas e¬†animais, vinagre, di√≥xido de carbono e nitrog√™nio.

 

Ser√° exigido pelo menos 95% de materias primas org√Ęnicas, sem incluir √°gua e¬†sal no c√°lculo, ou uso da derrogativa dos itens 4.2 acima. IBD CERTIFICA√á√ēES-Diretrizes Para Produtos de Limpeza 2010. Todos os direitos



MAIS INFORMA√á√ēES



PRODUTO DE LIMPEZA NATURAL - DESENGORDURANTE

DESENGORDURANTE ­ Remove gorduras, manchas e sujeiras acumuladas
produto de limpeza natural ORG√āNICO in√©dito desenvolvido especialmente para o segmento institucional, pois possui formula√ß√£o de f√°cil aplica√ß√£o para remover graxas, gorduras e sujeiras de superf√≠cies em geral. Com um maior poder de limpeza e menor volume de espuma que os produto tradicionais, reduz em at√© 30% o volume de √°gua utilizado para enx√°g√ľe, economizando e ainda protegendo o meio ambiente.

VANTAGENS E BENEF√ćCIOS:
COMPOSIÇÃO:
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produto de limpeza natural Org√Ęnico, com base em terpenos Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, √°lcool, tensoativo, c√≠tricos obtidos de fontes renov√°veis;
√°gua desmineralizada.

·Superconcentrado ­ excelente custo-benefício;

¬∑ produto de limpeza natural neutro, isento de produto qu√≠micos √°cidos, c√°usticos ou corrosivos. √Č at√≥xico e de¬†baixa alergenicidade ¬†
PRECAU√á√ēES:
(n√≠vel V conforme CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS CRIAN√áAS E¬†DOS ANIMAIS DOM√ČSTICOS

classificação laboratorial OECD);
.

N√£o ingerir.

Evite inalação ou aspiração, contato com os olhos e
¬∑Baixo odor ¬≠ aplica√ß√£o sem restri√ß√Ķes;
contato com a pele. Em caso de contato com os¬†olhos e a pele, lave imediatamente com √°gua em¬†abund√Ęncia.
·Biodegradável ­ 90% em 27 dias (versão concentrada). Com baixo impacto ambiental;
Em caso de ingest√£o, n√£o provoque¬†v√īmitos e consulte imediatamente o Centro de¬†Intoxica√ß√Ķes ou m√©dico, levando o r√≥tulo do¬†produto. Mantenha o produto natural em sua embalagem

· Rendimento ­ aprox. 60m2 / litro já diluído.



INDICA√á√ēES :
original e n√£o utilize a embalagem vazia.
Armazenar em local coberto, ao abrigo do calor.
Indicado para limpeza de cozinhas (pisos, paredes, azulejos, fornos, coifas), bancadas,
bordas de piscinas, banheiros (boxes) ou qualquer superfície, com alto teor de óleos e gorduras, que possa ser enxaguada. 
APRESENTAÇÃO:

Embalagens de 250 mL, 1 L, 5 L e 20 L.

Excelente ação em sujidades como: gorduras,
óleos, cremes.


ARMAZENAGEM E TRANSPORTE:

Manter o produto natural em local fresco, ao abrigo de luz, poeira e umidade, a uma temperatura¬†recomendada entre 10¬ļC e 30¬ļC.¬†
MODO DE USAR:

As dilui√ß√Ķes para aplica√ß√£o s√£o feitas de acordo com o n√≠vel da sujidade encontrada, podendo
variar de 1:5 (1 parte de produto natural para 4 de água) até 1:100 (1 parte de produto natural para 99 de água). 

LOTE E VALIDADE:

Lote definido pelo n√ļmero impresso no r√≥tulo.

Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo. 

APLICAÇÃO:

· Aplique o produto de limpeza natural diluído, de maneira uniforme, sobre a superfície a ser limpa;

· Se necessário, esfregue bem com uma esponja, 

· Retire a sujeira com o auxílio de um pano ou mop, vassoura ou escova; 

produto de limpeza natural da TerpenOil Tecnologia Org√Ęnica Ltda.

produto natural notificado na ANVISA



Por ser um produto natural obtido de fontes naturais, podem
√°gua. ocorrer varia√ß√Ķes de cor e/ou transpar√™ncia (em fun√ß√£o da temperatura), sem comprometimento das demais caracter√≠sticas.

Data de emiss√£o: 01.07.09
Revis√£o: 00



ELIMINADOR DE VOC LIMÃO

produto de limpeza ORG√āNICO in√©dito desenvolvido especialmente para o segmento industrial, com uma
tecnologia exclusiva em terpenos (óleos essenciais encontrados em frutas, cascas e sementes).

VANTAGENS E BENEF√ćCIOS:
¬∑ produto de limpeza Org√Ęnico, com base em terpenos c√≠tricos obtidos de fontes renov√°veis;
¬∑ produto de limpeza neutro, isento de produto de limpezas qu√≠micos √°cidos, c√°usticos ou corrosivos. √Č at√≥xico e de baixa
alergenicidade (nível V conforme classificação laboratorial OECD);
· Superconcentrado ­ excelente custo-benefício;
· Biodegradável ­ 90% em 27 dias (versão concentrada). Com baixo impacto ambiental.

INDICA√á√ēES:
Formulação desenvolvida para redução de VOC no ar.

PREPARAÇÃO:
Diluir 1 parte do produto de limpeza para 49 partes de √°gua.

APLICAÇÃO:

Para m√°quinas de lavagem de gases
· Adicionar a solução diluída no reservatório da coluna do sistema de lavagem de ar;

· Ligar o sistema.

Para nebulização
· Preparar uma solução a 2% em água e nebulizar conforme o necessário.


COMPOSIÇÃO:
Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, √≥leos essenciais, fragr√Ęncia, tensoativo e √°gua desmineralizada.

PRECAU√á√ēES:
CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS CRIAN√áAS E DOS ANIMAIS DOM√ČSTICOS. N√£o ingerir. Evite
inalação ou aspiração, contato com os olhos e contato com a pele. Em caso de contato com os
olhos e a pele, lave imediatamente com √°gua em abund√Ęncia. Em caso de ingest√£o, n√£o provoque
v√īmitos e consulte imediatamente o Centro de Intoxica√ß√Ķes ou m√©dico, levando o r√≥tulo do
produto de limpeza. Mantenha o produto de limpeza em sua embalagem original e n√£o utilize a embalagem vazia.
Armazenar em local coberto, ao abrigo do calor.

APRESENTAÇÃO:
Embalagens de 50 e 200 litros.

ARMAZENAGEM E TRANSPORTE:
Manter o produto de limpeza em local fresco, ao abrigo de luz, poeira e umidade, a uma temperatura
recomendada entre 10¬ļC e 30¬ļC.

LOTE E VALIDADE:
Lote definido pelo n√ļmero impresso no r√≥tulo.
Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo.

produto de limpeza da TerpenOil Tecnologia Org√Ęnica Ltda.


Por ser um produto de limpeza obtido de fontes naturais, podem ocorrer varia√ß√Ķes de cor e/ou transpar√™ncia (em fun√ß√£o da
temperatura), sem comprometimento das demais características.
Data de emiss√£o: 18.03.10
Revis√£o: 00


Produto de limpeza automotiva - Linha PuritCar

Protego (cód. 3043)

Ficha Técnica

 

Descrição: produto natural indicado para proteger superfícies de borracha e plástico como pneus, painéis e pára-choques, evitando seu ressecamento e ampliando sua durabilidade.

Composi√ß√£o: Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, tensoativo e √°gua.

Instru√ß√Ķes de Uso:

(1) Aplique Protego com uma esponja seca, pano ou pincel. Para um melhor resultado

recomenda-se lavar as partes a serem aplicadas com o Limpia Lava Autos e após limpos e secos aplique o Protego.

Apresentação: disponível em embalagens de 1, 5, 20 e50 litros.

Registro: notificado no Minist√©rio da Sa√ļde sob n√ļmero 25351.270969.201158.

Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo.

Produtos de limpeza natural - Linha Higiene Natural

Multiuso Plus (cód. 3001)

Ficha Técnica

  

Descri√ß√£o:¬†produto de limpeza natural. limpador de uso geral concentrado ultra-flex√≠vel √† base de √≥leos naturais. Ideal para a limpeza di√°ria de superf√≠cies como pisos, pias, vidros, espelhos, paredes, m√≥veis, carpetes, m√°rmores, granitos, chapas de inox, dentre outras. ¬†¬†Composi√ß√£o: Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, tensoativo, √°gua, ess√™ncia e corante.

Prepara√ß√£o: as dilui√ß√Ķes para aplica√ß√£o s√£o feitas de acordo com o n√≠vel de sujidade encontrado e seguem as propor√ß√Ķes da tabela a seguir.

Instru√ß√Ķes de Uso:

 (1) Aplicar o produto diluído com pulverizador, pano, mop, pincel, fibra ou esponja

espalhando-o de maneira uniforme na superfície a ser limpa;

(2) remover a sujeira com um pano limpo sem a necessidade de enx√°g√ľe.

 

Apresentação: disponível em embalagens de 1,5,20 e50 litros.

 

Registro: notificado no Minist√©rio da Sa√ļde sob n√ļmero 25351.544207.200989.

 

Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo.

IMAGEM 

PRODUTOS DE LIMPEZA - MAX SOLVENTE

Removedor Natural

Produto desenvolvido especialmente para o segmento de limpeza, pois possui formulação de fácil
aplica√ß√£o para remover picha√ß√Ķes de superf√≠cies em geral. Com um maior poder de limpeza e menor
agress√£o que os produtos tradicionais, n√£o necessita enx√°gue, economizando e ainda protegendo o
meio ambiente.

VANTAGENS E BENEF√ćCIOS:
‚ÄĘ Produto com base em terpenos c√≠tricos obtidos de fontes renov√°veis e solventes derivados de
fontes renov√°veis;
‚ÄĘ Produto neutro, isento de produtos qu√≠micos
√°cidos, c√°usticos ou corrosivos;
‚ÄĘ Superconcentrado ‚Äď excelente custo-benef√≠cio;
‚ÄĘ Aplica√ß√£o sem restri√ß√Ķes;
‚ÄĘ Biodegrad√°vel ‚Äď 90% em 27 dias (vers√£o¬†concentrada). Com baixo impacto ambiental.

INDICA√á√ēES :
Indicado para remo√ß√£o de picha√ß√Ķes de tintas de resina acr√≠lica, vin√≠lica, tintas de um modo geral,
em superfícies como vidros, plásticos, metais, alvenaria, etc.

MODO DE USAR: USO PROFISSIONAL
Insumos para aplicação:
‚ÄĘ Reservat√≥rio com v√°lvula spray;
‚ÄĘ Escova de cerdas de nylon de m√©dia a alta
dureza;
‚ÄĘ Pano de algod√£o seco;
‚ÄĘ Pano de algod√£o √ļmido com √°gua.

APLICAÇÃO
Limpeza Externa e Interna de superfícies:
‚ÄĘ Inserir o produto no reservat√≥rio com v√°lvula
spray;
‚ÄĘ Aplicar o produto de maneira uniforme sobre a superf√≠cie a ser limpa, com o reservat√≥rio
indicado;
‚ÄĘ Esfregar a √°rea a ser removida a picha√ß√£o com a escova ou com o pano (observar o tipo e a
fragilidade da superfície);
‚ÄĘ Deixar o produto agir por aproximadamente 45 segundos;
‚ÄĘ Retirar a solu√ß√£o formada da remo√ß√£o da picha√ß√£o mais o produto com um pano √ļmido.
Observação: caso haja necessidade, realizar o procedimento mais de uma vez.

COMPOSIÇÃO:
Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, √≥leos essenciais, acetato de etila, √°lcool, tensoativo e √©ster de
√°cido graxo.

PRECAU√á√ēES:
Cuidado! Produto inflam√°vel.
CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS E
DOS ANIMAIS DOM√ČSTICOS. N√£o ingerir. Evite inala√ß√£o ou aspira√ß√£o, contato com os olhos e
contato com a pele. Em caso de contato com os olhos e a pele, lave imediatamente com √°gua em
abund√Ęncia. Em caso de ingest√£o, n√£o provoque v√īmitos e consulte imediatamente o Centro de
Intoxica√ß√Ķes ou m√©dico, levando o r√≥tulo do produto. Mantenha o produto em sua embalagem
original e n√£o utilize a embalagem vazia.
Armazenar em local coberto, ao abrigo do calor.

APRESENTAÇÃO:
Bombonas de 5, 20 ou 50 litros.

ARMAZENAGEM E TRANSPORTE:
Manter o produto em local fresco e ventilado, ao
abrigo de luz, poeira e umidade.

LOTE E VALIDADE:
Lote definido pelo n√ļmero impresso no r√≥tulo.
Validade: 12 meses após a data de fabricação
impressa no rótulo.

Produto da TerpenOil Tecnologia Org√Ęnica Ltda.





Por ser um produto obtido de fontes naturais, podem
ocorrer varia√ß√Ķes de cor e/ou transpar√™ncia (em fun√ß√£o
da temperatura), sem comprometimento das demais
características.


O NEOPAN NATURAL

Tensoativo Biodegrad√°vel

Ativos Naturais

O NEOPAN NATURAL

O NEOPAN NATURAL¬ģ √© um novo conceito da linha Purit Car¬ģ para limpeza pesada
automotiva. Diferentemente dos produtos que encontramos no mercado, o¬†NEOPAN NATURAL¬ģ √© um excelente produto pra limpeza de √īnibus, caminh√Ķes, incluindo chassis carrocerias, ba√ļs, tratores,¬†maquin√°rios pesados etc. Todo tipo de sujeiras como graxas, barro, fluidos lubrificantes, poluentes como
"chorume" são emulsificados eficientemente pelos ativos naturais presentes em exclusiva fórmula.
A linha Purit Car¬ģ n√£o utiliza agentes agressivos como fluoreto, √°cidos ou bases, hipoclorito ou formol
em suas formula√ß√Ķes. Al√©m desses agentes serem de intensa agressividade √† natureza e ao ser humano,
podem danificar a própria superfície metálica a ser limpa como acelerar o processo de ferrugem ou ressecar
as partes de borrachas.
Assim, a TERPNOIL pensando na necessidade do consumidor e sempre focada em seu compromisso
com o meio ambiente desenvolve produtos inovadores a partir de uma tecnologia patenteada onde h√°
modificação de Terpenos. Terpenos são produtos abundantes na natureza, biodegradáveis e são
respons√°veis pelas a√ß√Ķes desengordurante, neutralizadora de odor e antimicrobiana. Assim foi desenvolvido o¬†NEOPAN NATURAL¬ģ, possuindo f√≥rmula a base de Terpenos originados da laranja. Sua exclusiva
composição além de limpar com maior eficiência elimina odores desagradáveis e combate microorganismos
agressivos.
Extra√≠do de fontes renov√°veis, biodegrad√°vel e de f√°cil aplica√ß√£o, o concentrado¬†NEOPAN NATURAL¬ģ da linha Purit Car¬ģ foi desenvolvido especialmente para remo√ß√£o de sujidades intensas presente em √īnibus, caminh√Ķes, tratores e maquin√°rios pesados. Com um maior poder de limpeza e menor volume de
espuma que os produtos tradicionais devido aos seus exclusivos tensoativos biodegrad√°veis, reduz o volume de √°gua utilizado para enx√°g√ľe, economizando e ainda promove a elimina√ß√£o de odores protegendo o meio ambiente e gerando sustentabilidade.

Data de emiss√£o: 15.02.2011
Revis√£o: 01

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¬∑ Retirar a sujeira com o aux√≠lio de √°gua, ou¬†remover a sujidade com um pano limpo em¬†superf√≠cies que n√£o necessitem ou permitam¬†enx√°g√ľe¬†(como cabines).

VANTAGENS E BENEF√ćCIOS

· Produto com origem natural a base de Terpenos Cítricos Modificados obtidos de fontes renováveis; 
 O produto também pode ser aplicado com pano, mop ou outro utensílio para limpeza; o procedimento deve ser o mesmo descrito acima.
¬∑ Os produtos da linha Purit Car¬ģ s√£o isento de produtos qu√≠micos √°cidos, c√°usticos, fosf√°ticos ou corrosivos. N√£o utiliza solventes
COMPOSIÇÃO
clorados ou derivados de petr√≥leo e n√£o h√°¬†Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, tensoativo e presen√ßa de glic√≥is ou EDTA na formula√ß√£o. √Ȭ†√°gua desmineralizada*.
atóxico e de baixa alergenicidade (nível V conforme classificação laboratorial OECD);

CARACTER√ćSTICAS

O NEOPAN NATURAL¬ģ diferentemente¬†dos produtos tradicionais, n√£o utiliza em sua¬†formula√ß√£o soda c√°ustica, fluoretos, formol ou¬†agentes nocivos ao meio ambiente ou¬†agressivos as partes met√°licas ou de pl√°stico¬†

F√ćSICO-QU√ćMICAS

Aspecto
Emuls√£o branca-bege

Densidade / g mL-1
0,96 ­ 1,00

pH (solução 5%)
5 - 9
dos veículos.
· Concentrado ­ excelente custo benefício;

¬∑ Com um maior poder de limpeza reduz o¬†volume de √°gua utilizado para enx√°g√ľe,¬†economizando e ainda protegendo o meio¬†ambiente;¬†
PRECAU√á√ēES

CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS¬†CRIAN√áAS E DOS ANIMAIS DOM√ČSTICOS.¬†
Não ingerir. Evite inalação ou aspiração, contato com os olhos e contato com a pele.
¬∑ Baixo odor ¬≠ aplica√ß√£o sem restri√ß√Ķes;¬†
¬†Em¬†caso de contato com os olhos e a pele, lave¬†imediatamente com √°gua em abund√Ęncia.
¬†Em¬†caso de ingest√£o, n√£o provoque v√īmitos e¬†consulte¬†imediatamente¬†o¬†Centro¬†de¬†INDICA√á√ēES¬†
Intoxica√ß√Ķes ou m√©dico, levando o r√≥tulo do¬†produto.

Indicado para limpeza de óleos, graxas, gorduras, restos de lixo, terra, etc., em veículos,motores ou Máquinas com pressurização/pulverização: 

superfícies.



PREPARAÇÃO
APRESENTAÇÃO
As dilui√ß√Ķes para aplica√ß√£o s√£o feitas de acordo com o n√≠vel da sujidade encontrada, podendo ser¬†de¬†1:5¬†(1 parte de produto para 4 de √°gua) at√©¬†1:100¬†(1 parte de produto para 99 de √°gua).¬†
Embalagens de 5, 20 ou 50 L.
· Biodegradável ­ 90 % em 27 dias (versão concentrada); 


ARMAZENAGEM e TRANSPORTE

Mantenha o produto em sua embalagem original e não utilize a embalagem vazia.
Armazenar em local coberto, ao abrigo do calor. 
Manter o produto em local fresco, ao abrigo de luz, poeira e umidade, a uma temperatura recomendada entre 10¬ļC e 30¬ļC.

APLICAÇÃO

Limpeza Geral

¬∑ Aplicar o¬†NEOPAN NATURAL¬ģ¬†dilu√≠do, de¬†maneira uniforme, sobre a superf√≠cie a ser limpa;¬†

· Deixar o produto sobre a superfície por alguns minutos para que tenha ação (10 a 15 minutos conforme a sujidade). Se necessário, esfregar bem com uma esponja, escova, pano ou fibra  dependendo do cuidado que a superfície exige; 

LOTE e VALIDADE
Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo. 

 

Lote definido pelo n√ļmero impresso no r√≥tulo.


Produto da TerpenOil Tecnologia Org√Ęnica Ltda.

Produto notificado na ANVISA

*Por ser um produto obtido de fontes naturais, podem ocorrer varia√ß√Ķes de¬†cor e/ou transpar√™ncia (em fun√ß√£o da temperatura), sem comprometimento¬†
das demais características. 



Data de emiss√£o: 15.02.2011
Revis√£o: 01

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Produtos de limpeza automovita - Linha PuritCar

Limpia Lava-Autos (cód. 0028)

 

Ficha Técnica

 

Descri√ß√£o: produtos de limpeza automotiva tipo shampoo concentrado a base de √≥leos naturais indicado para lavagem manual ou autom√°tica de autom√≥veis, √īnibus e caminh√Ķes.

Composi√ß√£o: Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, √≥leos essenciais, tensoativo e √°gua desmineralizada.

Prepara√ß√£o: as dilui√ß√Ķes para aplica√ß√£o s√£o feitas de acordo com o n√≠vel de sujidade encontrado.

Instru√ß√Ķes de Uso: (1) Aplicar o produto dilu√≠do, de maneira uniforme, sobre a superf√≠cie a ser limpa;

(2) Deixar o produto sobre a superfície por alguns minutos para que tenha ação.(3 a10minutos conforme a sujidade) e se necessário, esfregar bem com uma esponja, escova, escovão, vassoura, vassourão, pano ou fibra;

(3) Retirar a sujeira com o auxílio de jato de água, com ou sem pressão, ou remover a sujidade com um pano limpo em superfícies que não necessitem ou permitam enxágue (como cabines).

Apresentação: disponível em embalagens de 5,20 e50 litros.

Registro: notificado no Minist√©rio da Sa√ļde sob n√ļmero 25351.164803.201101.

Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo.

Produtos de limpeza natural Linha Higiene Natural

Solução Limpeza HD20 (cód. 0031)

Ficha Técnica

Descrição: produto de limpeza natural para limpeza pesada, concentrado e de fácil aplicação.

Remove manchas incrustadas como marcas de pneu, graxas, óleos, gorduras e sujeiras em geral. Apresenta maior poder de limpeza e menor volume de espuma que os produtos tradicionais.

Composi√ß√£o: Mistura de fra√ß√Ķes terp√™nicas, √©steres de √°cido graxo naturais, tenso ativos e √°gua.

Instru√ß√Ķes de Uso:

 (1) Aplicar o produto diluído com pulverizador, pano, pincel, fibra ou esponja de maneira uniforme na superfície a ser limpa;

(2) deixar o produto agir por pelo menos 1 minuto;

(3) remover a sujeira com enx√°g√ľe e o aux√≠lio de um pano ou esponja.

Prepara√ß√£o: as dilui√ß√Ķes para aplica√ß√£o s√£o feitas de acordo com o n√≠vel de sujidade encontrado.

1. Quando se faz necess√°ria a elimina√ß√£o residual de outros produtos e/ou o combate a incrusta√ß√Ķes mais pesadas.

Apresentação: disponível em embalagens de 1,5,20 e50 litros.

Registro: notificado no Minist√©rio da Sa√ļde sob n√ļmero 25351.250506.201099

Validade: 12 meses após a data de fabricação impressa no rótulo.

Produto de limpeza natural - MAX SOLVENTE

Removedor  Natural  

Produto¬† desenvolvido¬† especialmente¬† para¬† o¬† segmento¬† de¬† limpeza,¬† pois¬† possui¬† formula√ß√£o¬† de¬† f√°cil aplica√ß√£o para¬† remover picha√ß√Ķes de superf√≠cies em geral. Com um maior poder de¬† limpeza e menor agress√£o¬† que¬† os¬† produtos¬† tradicionais,¬† n√£o¬† necessita¬† enx√°gue,¬† economizando¬† e¬† ainda¬† protegendo¬† o meio ambiente.

 

VANTAGENS E BENEF√ćCIOS:¬†

‚Äʬ† Produto de limpeza com base em¬† terpenos c√≠tricos obtidos de¬† fontes¬† renov√°veis¬† e¬† solventes¬† derivados¬† de fontes renov√°veis;

‚ÄĘ Produto de limpeza neutro,¬† isento¬† de¬† produtos¬† qu√≠micos √°cidos, c√°usticos ou corrosivos;

‚Äʬ†¬† Superconcentrado¬† ‚Äst excelente¬† custo-benef√≠cio;

‚Äʬ† Aplica√ß√£o sem restri√ß√Ķes;

‚Äʬ†¬† Biodegrad√°vel¬† ‚Äst 90%¬† em¬† 27¬† dias¬† (vers√£o concentrada). Com baixo impacto ambiental.

 

INDICA√á√ēES :¬†

Indicado para¬† remo√ß√£o de picha√ß√Ķes de¬† tintas de resina¬† acr√≠lica,¬† vin√≠lica,¬† tintas¬† de¬† um modo¬† geral, em¬† superf√≠cies¬† como¬† vidros,¬† pl√°sticos,¬† metais,

alvenaria, etc.

 

MODO DE USAR: USO PROFISSIONAL

Insumos para aplicação:

‚Äʬ† Reservat√≥rio com v√°lvula spray;

‚ÄĘ Escova¬† de¬† cerdas¬† de¬† nylon¬† de¬† m√©dia¬† a¬† alta

dureza;

‚Äʬ† Pano de algod√£o seco;

¬†‚ÄĘ Pano de algod√£o √ļmido com √°gua.

 

APLICAÇÃO

Limpeza Externa e Interna de superfícies:

‚Äʬ†¬† Inserir¬† o¬† produto¬† no¬† reservat√≥rio¬† com¬† v√°lvula

spray;

‚Äʬ† Aplicar o produto de maneira uniforme sobre a

superfície  a  ser  limpa,  com  o  reservatório

indicado;

‚Äʬ† Esfregar a √°rea a ser removida a picha√ß√£o com

a  escova  ou  com  o  pano  (observar  o  tipo  e  a

fragilidade da superfície);

‚Äʬ† Deixar o produto agir por aproximadamente 45

segundos;

‚Äʬ†¬† Retirar¬† a¬† solu√ß√£o¬† formada¬† da¬† remo√ß√£o¬† da picha√ß√£o mais o produto com um pano √ļmido.

Observação:  caso  haja  necessidade,  realizar  o

procedimento mais de uma vez.

 

COMPOSIÇÃO: 

Mistura¬† de¬† fra√ß√Ķes¬† terp√™nicas,¬† √≥leos¬† essenciais, acetato¬† de¬† etila,¬† √°lcool,¬† tensoativo¬† e¬† √©ster¬† de √°cido graxo.

 

PRECAU√á√ēES:¬†

 

Cuidado! Produto inflamável. 

 

CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS CRIAN√áAS E DOS¬† ANIMAIS¬† DOM√ČSTICOS.

Não  ingerir.  Evite inalação  ou  aspiração,  contato  com  os  olhos  e

contato com a pele.

Em caso de contato com os olhos e a pele, lave imediatamente com √°gua em

abund√Ęncia. Em caso de¬† ingest√£o, n√£o provoque v√īmitos¬† e¬† consulte¬† imediatamente¬† o¬† Centro¬† de Intoxica√ß√Ķes¬† ou¬† m√©dico,¬† levando¬† o¬† r√≥tulo¬† do produto. Mantenha o produto em sua embalagem original¬† e¬† n√£o¬† utilize¬† a¬† embalagem¬† vazia.

Armazenar em local coberto, ao abrigo do calor.

 

APRESENTAÇÃO: 

 

Bombonas de 5, 20 ou50 litros. 

 

ARMAZENAGEM E TRANSPORTE: 

Manter o produto em local fresco e ventilado, ao abrigo de luz, poeira e umidade. 

 

LOTE E VALIDADE: 

Lote definido pelo n√ļmero impresso no r√≥tulo.

Validade:  12  meses  após  a  data  de  fabricação

impressa no rótulo. 

 

Produto da TerpenOil Tecnologia Org√Ęnica Ltda.

 

Por  ser  um  produto  obtido  de  fontes  naturais,  podem

ocorrer varia√ß√Ķes de cor e/ou transpar√™ncia (em fun√ß√£o

da  temperatura),  sem  comprometimento  das  demais

características. 

Portaria n¬ļ 113, de 22 de novembro de 1993
D.O.U. de 24/11/93


Plano de Limpeza e Desinfecção - P.L.D.

O SECRET√ĀRIO DE VIGIL√āNCIA SANIT√ĀRIA, no uso da sua compet√™ncia que lhe foi delegada pela Portaria n¬į 390, de 3 de maio de 1991 do Ministro da Sa√ļde e com base no artigo 5¬į do Decreto n¬į 87, de 15 de abril de 1991,e

considerando o disposto na Lei n¬į 8.080, de 19 de setembro de 1991;

considerando o disposto no ¬ß 2¬į do artigo 3¬į do Decreto n¬į 87, de 15 de abril de 1991;

considerando a recomendação contida no artigo 18 do Regulamento Sanitário Internacional;

considerando a necessidade de recomendar o uso correto de solu√ß√Ķes desinfetantes, quanto aos locais de aplica√ß√£o, dosagens e tempo de contato, de modo a garantir a operacionaliza√ß√£o dos processos de limpeza e desinfec√ß√£o;

considerando a necessidade de indicar Equipamentos de Prote√ß√£o Individual - EPI, adequados √†s diversas opera√ß√Ķes de limpeza e desinfec√ß√£o;

considerando a necessidade de definir responsabilidades às empresas envolvidas na operacionalização de práticas de limpeza e desinfecção do superfícies de aeronaves e áreas do parque aeroportuário,

RESOLVE:

I - Instituir, na forma do Anexo I, II, III, IV e V, o Plano de Limpeza e Desinfecção - P.L.D.
II - Determinar como procedimentos obrigatórios os definidos no P.L.D.
III - Incumbir, obrigatoriamente, as empresas prestadoras de servi√ßos de limpeza e desinfec√ß√£o em aeronave, p√°tio e edifica√ß√Ķes instaladas nos parques aeroportu√°rios, a operacionaliza√ß√£o das determina√ß√Ķes do P.L.D.
IV - Definir os Equipamentos de Proteção Individual - E.P.I. a serem utilizados pelos profissionais ocupacionalmente expostos quando da operacionalização do processo de limpeza e desinfecção constantes do P.L.D.
V - A inobserv√Ęncia ou desobedi√™ncia do disposto nesta Portaria configura infra√ß√£o de natureza sanit√°rio em forma prevista no inciso XXIII e XXXI, do artigo 10, da Lei n¬į 6.437, de 20 de agosto de 1977, sujeitando os infratores √†s penalidades previstas nesse mesmo diploma legal.
VI - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
VII - Revogam-se as disposi√ß√Ķes em contr√°rio.

Ronan Tanus

ANEXO I
M√ČTODOS PARA APLICA√á√ÉO DO MATERIAL DESINFETANTE

M√ČTODO I
Técnica de Desinfecção
- esfregar pano limpo embebido em solução desinfetante em todas as superfícies;
- aguardar 10 minutos;
- enxaguar, esfregando outro pano com √°gua limpa;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.

M√ČTODO II
Técnica de Limpeza
- esfregar pano e/ou escova embebido na solução preparada a partir do produto, sobre as superfícies retirando os resíduos;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.

M√ČTODO III
Técnica de Descontaminação
Esta t√©cnica visa atender as situa√ß√Ķes em que s√£o constatadas contamina√ß√Ķes por fezes, urina, v√īmitos ou outros fluidos org√Ęnicos.
- cobrir os locais atingidos com papel toalha;
- colocar a solução desinfetante sobre o papel toalha;
- deixar em contato por 30 minutos;
- remover os papéis colocando-os em um saco plástico de cor branca;
- recolocar a solução desinfetante na área afetada;
- aguardar mais 10 minutos;
- esfregar pano limpo embebido em solução desinfetante na área afetada;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação acima, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca;
- rotular os sacos pl√°sticos com a express√£o "material contaminado";
- utilizar método II - técnica de limpeza
- esfregar pano e/ou escova, embebido na solução, sobre as superfícies retirando os resíduos;
- secar com pano limpo;
- promover o descarte dos panos utilizados na operação, acondicionando-os em sacos plásticos de cor branca.

ANEXO II
GRUPO DE MATERIAL DESINFETANTE

GRUPO I
HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo de solução (volume de 10 litros): colocar 100 ml de uma solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo de solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

FEN√ďIS SINT√ČTICOS
- abrang√™ncia: produtos comerciais, contendo fen√≥is sint√©ticos (ex: ofenil fenol, o-benzil - p - cloror fenol + tensoativos ani√īnicos + antioxidantes + seq√ľestrantes);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO:
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio, cloreto de alquil dimetil etil benzil am√īnio);
NOTA: √© proibida a associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

BIGUANIDA
- abrangência: produtos comerciais contendo biguanidas (cloridrato de polihexametileno biguanida);
- discrição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

GRUPO II
QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio cloreto de alquil dimetil etil benzil am√īnio...).
NOTA: √© proibida associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

IODOFOROS
- abrangência: produtos comerciais à base de iodo complexado + tensoativos;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

DETERGENTES ANFOT√ČRICOS:
- abrangência produtos comerciais à base de detergentes anfotéricos ex: dodecil di(amino etil) glicina com três átomos de sódio;
- diluição de uso: conforme o indicado na rotulagem do produto
- modo de aplicação: conforme o indicado na rotulagem do produto.

HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 100 ml de uma solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I)

GRUPO III
QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio cloreto de alquil dimetil etilbenzil am√īnio...);
NOTA: √© proibida a associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

DETERGENTES ANFOT√ČRICOS
- abrangência: produtos comerciais à base de detergentes anfotéricos ex: dodecil di(amino etil) glicina com três átomos de sódio;
- diluição de uso: conforme o indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplicação: conforme o indicado na rotulagem do produto.

HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/l) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 100 ml de uma solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada. 1.000 ppm (mg/l) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

BIGUANIDA
- abrangência: produtos comerciais contendo biguanidas (cloridrato de polihexametileno biguanida);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo cone a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

GRUPO IV
FEN√ďIS SINT√ČTICOS
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo fen√≥is sint√©ticos (ex: o-fenil fenol o-benzil-p-cloro fenol + tensoativos ani√īnios + antioxidantes + seq√ľestrantes);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio; cloreto de alquil dimetil etibenzil am√īnio...);
NOTA: √© proibida a associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

FORMALDE√ćDO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo formalde√≠do a 2% + quatern√°rio de am√īnio + antioxidante + seq√ľestrantes;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mgll) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 1 litro de solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO:
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

GRUPO V
QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio: (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio cloreto de alquil dimetil etilbenzil am√īnio...);
NOTA: é proibida a associação à fórmula da substancia formaldeído.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

IODOFOROS
- abrangência: produtos comerciais à base de iodo complexado + tensoativos;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 1 litro de solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mg/l) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de lo litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

GRUPO VI
M√ďDULO A - DESINFEC√á√ÉO
HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
A.1 - Desinfecção
- concentração recomendada: 50 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros): colocar 50 ml de uma solução de hipoclorito de sódio de 10% de cloro ativo (comercial) em um recipiente e completar com água para o volume indicado.

A.2 - Desinfecção
- concentração recomendada: 50 ppm (mg/l) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros): pesar 7,6 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado.

M√ďDULO B - LIMPEZA
HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
B.1- Limpeza (remo√ß√£o de incrusta√ß√Ķes)
- concentração recomendada: 200 ppm (mg/l) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros): pesar 31 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado.

B.2 - Limpeza ( remo√ß√£o de incrusta√ß√Ķes)
- concentração recomendada: 200 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros): colocar 200 ml de solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) em recipiente e completar com égua para o volume indicado.

GRUPO VII
FORMALDE√ćDO
- concentração indicada: formaldeído diluído a 5%;
- preparo da solução (volume 100 litros de dejetos): colocar 6 litros de formaldeído a 37% para atender volume indicado.

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração indicada. 10.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros de dejetos): colocar l,5 kg de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) para atender volume indicado.

HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração indicada: 10.000 ppm de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 100 litros de dejetos): colocar 10 litros de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) para atender volume indicado.

SODA C√ĀUSTICA
- preparo da solução (volume de 100 litros de dejetos): colocar 5 kg de soda cáustica para atender volume indicado.

CAL VIRGEM
- preparo da solução (volume de 100 litros de dejetos): colocar 2 kg de cal virgem para atender volume indicado.

GRUPO VIII
QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio cloreto de alquil dimetil etilbenzil am√īnio...);
NOTA: √© proibida a associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

IODOFOROS
- abrangência: produtos comerciais à base de iodo complexado + tensoativos;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

DETERGENTES ANFOT√ČRICOS
- abrangência: produtos comerciais à base de detergentes anfotéricos ex: dodecil di(amino etil1 glicina com três átomos de sódio
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto
- modo de aplicação: conforme indicado na rotulagem do produto.

GRUPO IX
CRES√ďIS
- abrangência: produtos comerciais contendo cresóis (creolina);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplicação: conforme indicado na rotulagem do produto.

GRUPO X
HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar I litro de solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) completar com água para o volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada: 10.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado;

FORMALDE√ćDO
A - abrang√™ncia: produtos comerciais contendo formalde√≠do a 0,2% + quatern√°rio de am√īnio + antioxidante + seq√ľestrantes;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
B - abrangência: solução de formaldeído a 5% (p/v);
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 1.350 ml de formalina (formaldeído a 37%) em um recipiente e completar com água para volume indicado;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de desinfec√ß√£o (M√ČTODO I).

GRUPO XI
DESINCRUSTANTES
- abrangência: produtos comerciais com finalidade de uso de desincrustação de resíduos;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplicação: conforme indicado na rotulagem do produto.

GRUPO XII
QUATERN√ĀRIO DE AM√ĒNIO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo quatern√°rio de am√īnio (ex: cloreto de alquil dimetil benzil am√īnio cloreto de alquil dimetil etilbenzil am√īnio...);
NOTA: √© proibida a associa√ß√£o √† f√≥rmula da subst√Ęncia formalde√≠do.
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III)

FEN√ďIS SINT√ČTICOS:
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo fen√≥is sint√©ticos (ex: ofenil fenol o-benzil-p-cloro fenol + tensoativos ani√īnicos + antioxidantes + seq√ľestrantes);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o; de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

FORMALDE√ćDO
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo formalde√≠do a 2% + quatern√°rios de am√īnio + antioxidante + seq√ľestrantes;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto;
- modo de aplica√ß√£o: de acordo com a t√©cnica de descontamina√ß√£o (M√ČTODO III).

GRUPO XIII
HIPOCLORITO DE S√ďDIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 100 ml de uma solução de hipoclorito de sódio a 10% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado.

HIPOCLORITO DE C√ĀLCIO
- concentração recomendada: 1.000 ppm (mg/1) de cloro ativo;
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 15,5 g de hipoclorito de cálcio a 65% de cloro ativo (comercial) e completar com água para o volume indicado.

FEN√ďIS SINT√ČTICOS
- abrang√™ncia: produtos comerciais contendo fen√≥is sint√©ticos (ex: o-fenil fenol o-benzil - p-cloro fenol + tensoativos ani√īnicos + antioxidantes + seq√ľestrantes);
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto.

FORMALDE√ćDO
A - abrang√™ncia: produtos comerciais contendo formalde√≠do a 2% + quatern√°rios de am√īnio + antioxidante + seq√ľestrantes;
- diluição de uso: conforme indicado na rotulagem do produto.
B - abrangência: solução de formaldeído a 5% (p/v);
- preparo da solução (volume de 10 litros): colocar 1.350 ml de formalina (formaldeído a 37%) em um recipiente e completar com água para o volume indicado.

ANEXO III
RECOMENDA√á√ēES B√ĀSICAS

1. Uso de EPIs em todas as etapas de operacionalização do PLD em conformidade com o anexo do Manual de Procedimentos/Aeroportos. Após o uso os operadores deverão promover a limpeza e desinfecção dos EPIs imergindo-os em solução de hipoclorito de sódio ou de cálcio com 1.000 ppm para os equipamentos que tolerem esse tipo de tratamento; para os demais proceder limpeza com água sabão e/ou detergente.
2. A eleição dos produtos e matérias-primas a serem empregadas na operacionalização do PLD ficarão sob a responsabilidade das Empresas de Transportes Aéreos e Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Desinfecção.
3. Os panos Estilizados nas t√©cnicas de limpeza e desinfec√ß√£o (M√ČTODOS I e II) poder√£o a crit√©rio da empresa interessada ap√≥s suas utiliza√ß√Ķes serem acondicionados em sacos pl√°sticos e encaminhados para desinfec√ß√£o e posterior utiliza√ß√£o. Recomendamos como procedimentos de desinfec√ß√£o para este caso:
- uso de solu√ß√Ķes desinfetantes indicadas no GRUPO XIII com as respectivas concentra√ß√Ķes eficazes;
- imersão do material na solução por 1 hora;
- promover após operacionalização do processo de desinfecção a limpeza dos panos com água e sabão;
- desprezar a solução desinfetante utilizada.
4. Os equipamentos de limpeza (vassouras escovas rodes etc.) dever√£o sofrer desinfec√ß√£o com solu√ß√Ķes indicadas no GRUPO I no tempo de contato de l¬™ hora ap√≥s cada jornada de trabalho. Quando do uso de t√©cnica da descontamina√ß√£o desses equipamentos ao t√©rmino dos procedimentos operacionais dever√£o sofrer desinfec√ß√£o imediata.
5. Os produtos utilizados nos processos de limpeza e desinfec√ß√£o dever√£o possuir registro no √≥rg√£o competente do Minist√©rio da Sa√ļde (DPROD/SVS). A validade de cada registro √© de 5 anos; em caso de n√£o renova√ß√£o o produto ter√° sua proibi√ß√£o de comercializa√ß√£o em todo o territ√≥rio nacional.
6. Os produtos utilizados na limpeza e desinfecção deverão estar com o prazo de validade em vigência;
7. O acondicionamento e a embalagem de formula√ß√Ķes √† base de cloro dever√£o estar vedadas e protegidas de fontes de luz e calor.
8. Que os procedimentos atividades complementares - PLD sejam empregados sempre que verificados em superf√≠cies do interior da aeronave e √°rea do parque aeroportu√°rio as presen√ßas de v√īmitos fezes urina ou casos suspeitos e do √≥bito por doen√ßas de interesse da Sa√ļde P√ļblica.

ANEXO IV
DEPARTAMENTO T√ČCNICO-NORMATIVO
COORDENADORIA DE PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS, MEIO AMBIENTE.

ECOLOGIA HUMANA E SA√öDE DO TRABALHADOR

PLANO DE LIMPREZA E DESIFECÇÃO P.L.D.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: SANIT√ĀRIOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
VASO SANIT√ĀRIO (ASSENTO E LATERAL), PIAS (TORNEIRAS E BANCADA), PISO, PORTA E FECHADURA, PAREDE E INTERRUPTOR DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO I. - Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Escalas de v√īo e destino final¬†
DEP√ďSITO DE LIXO DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO I Retirar o saco de lixo fechando-o bem; Encaminhar para destino final; Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Escalas de v√īo e destino final.¬†
ESPELHO, CINZEIRO E PORTA ARTIGO. LIMPEZA E ABASTECIMENTO Remover manchas; Recolher detritos, Reabastecer os artigos de toalete. - Escalas de v√īo e destino final.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: GALLEY

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
ESTRUTURAS LIMPEZA: - Produtos do GRUPO II DESINFEC√á√ÉO: - Produto do GRUPO II Remover as incrusta√ß√Ķes com o aux√≠lio de uma esponja grossa embebida ao produto. Usar luvas anticorrosivas; Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o De acordo com as necessidades¬†
PAREDES, PAIN√ČIS, TELEFONES, PORTAS CARRINHOS, FORNOS, ARM√ĀRIOS E PIAS. DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO II. - Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Escala de v√īo (em caso de abastecimentos de g√™nero aliment√≠cio, e destino final¬†
DEP√ďSITO DE LIXO DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO II. Retiras o saco de lixo fechando-o bem; Encaminhar para o destino final. Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Escala de v√īo e destino final¬†
ASSENTO DA TRIPULA√á√ÉO LIMPEZA - Remover detritos/aspirar - Escala de v√īo e destino final

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: CABINE DE PASSAGEIROS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
MESAS E BRA√áOS DE POLTRONAS LIMPEZA: √Āgua, sab√£o e/ou detergente DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO III. Aplicar T√©cnica de Limpeza Apicar T√©cnica de Limpeza Escala de V√īo. Destino final.¬†
JANELAS, ACESS√ďRIOS, PAREDES E PORTA BAGAGEM LIMPEZA: - √Āgua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Limpeza - Escala de v√īo¬†
ASSENTOS, POLTRONAS, BOLSAS, PISOS (CARPETES/OUTROS) E CINZEIRO Produtos do GRUPO III LIMPEZA: Aplicar a Técnica de Desinfecção. Secar se necessário. Remover os detritos e aspirar - Destino final 
ROUPAS (TRAVESSEIROS E PROTETORES DESCART√ĀVEIS). SUBSTITUI√á√ÉO - Recolher em sacos pl√°sticos as roupas utilizadas e encaminhar para lavanderia - Escala de V√īo e destino final¬†
GRADES DE VENTILAÇÃO LIMPEZA - Aspiração - Destino final 
DEP√ďSITO DE LIXO DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO III Retirar o saco de lixo fechando-o bem; Encaminhar para o destino final; Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Escala de v√īo e destino final

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: CABINE DE COMANDO

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
CINZEIROS, POLTRONAS E ASSENTOS LIMPEZA Secar se necess√°rio; Remo√ß√£o de detritos/aspira√ß√£o - Escala de v√īo e destino final.¬†
EQUIPAMENTOS, CONSOLES, JANELAS, ACESS√ďRIOS, MESAS E BRA√áOS DE POLTRONAS LIMPEZA √Āgua, sab√£o e/ou detergente. DESINFEC√á√ÉO - Produtos do GRUPO III Aplicar a T√©cnica de Limpeza - Aplicar a T√©cnica de Limpeza Escala de v√īo - Destino final¬†
ROUPAS E PROTETORES DESCART√ĀVEIS SUBSTITUI√á√ÉO - Recolher em sacos pl√°sticos as roupas utilizadas e encaminhar para lavanderia - Troca de tripulantes e destino final¬†
DEPOSITO DE LIXO LIMPEZA DESINFEC√á√ÉO Retirar o saco de lixo fechando-o bem; Encaminhar para o destino final; Retirar o saco de lixo fechando-o bem; Encaminhar para o destino final Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o sobre a superf√≠cie dos dep√≥sitos. Escala de v√īo - Destino final.¬†
PISO LIMPEZA Secar se necess√°rio Remover detritos/aspirar - Escala de v√īo e destino final

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: SANIT√ĀRIOS - ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
CONTAMINA√á√ÉO POR FEZES, V√ĒMITOS, E OUTROS FLUIDOS ORG√āNICOS ISOLAMENTO Isolar o local permitindo acesso somente ao viajente com sintomas; Cobrir os locais atingidos com papel toalha. - Durante o v√īo¬†
VASOS SANIT√ĀRIOS (ASSENTOS E LATERAL), PIAS (TORNEIRAS E BANCADA), PISO, PORTA E FECHADURA, PAREDE E INTERRUPTOR, DEP√ďSITO DE LIXO, ESPELHO, CINZEIRO E PORTA ARTIGO. DESCONTAMINA√á√ÉO Produtos do GRUPO IV LIMPEZA - √Āgua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - Aplicar T√©cnica de Limpeza 1¬ļ Estacionamento da aeronave.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: GALLEY - ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
CONTAMINA√á√ÉO POR FEZES, V√ĒMITOS, E OUTROS FLUIDOS ORG√āNICOS ISOLAMENTO Isolar a √°rea; Cobrir os locais atingidos com papel toalha. - Durante o v√īo¬†
PAREDES, PAIN√ČIS, TELEFONES, PORTAS, CARRINHYOS, FORROS, ARM√ĀRIOS, ESTRUTURAS DEP√ďSITO DE LIXO E ASSENTOS DA TRIPULA√á√ÉO DESCONTAMINA√á√ÉO Produtos do GRUPO V - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o sobre as partes atingidas 1¬ļ Estacionamento da aeronave.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: CABINE DE PASSAGEIRO - ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
CONTAMINA√á√ÉO POR FEZES, V√ĒMITOS, E OUTROS FLUIDOS ORG√āNICOS ISOLAMENTO Isolar a √°rea correspondente a 1,5m¬≤ a partir dos pontos de contamina√ß√£o; Cobrir os locais atingidos com papel toalha. - Durante o v√īo¬†
ASSENTOS, POLTRONAS,. BOLSAS, PISOS (CARPETES/OUTROS) GRADES DE VENTILA√á√ÉO, MESAS, JANELAS, ACESS√ďRIOS, PAREDES E PORTA BAGAGEM, BRA√áOS DE POLTRONAS/ CINZEIROS, DEP√ďSITO DE LIXO DESCONTAMINA√á√ÉO Produtos do GRUPO VI - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o sobre as superf√≠cies atingidas 1¬ļ Estacionamento da aeronave.¬†
ROUPAS (COBERTORES, TRAVESSEIROS E PROTETORS DESCART√ĀVEIS DESTINO FINAL (aterro sanit√°rio ou incinerador Ou DESINFEC√á√ÉO - Produto do GRUPO XIII Acondicionar as roupas em saco pl√°stico resistente; Usar luvas; Rotular o saco "MATERIAL CONTAMINADO"; Encaminhar ao destino final Imergir as roupas contaminadas em qualquer um dos produtos indicados, observando o tipo de tecido a ser tratado. Usar luvas; Aguardar 30 minutos; Retiras as roupas da solu√ß√£o e proceder √† lavagem (√°gua e sab√£o). Local de estacionamento da aeronave. - √Ārea de apoio.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - POR√ÉO DE CARGA

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
PISOS, PAREDES, PORTAS E ESTRUTURAS LIMPEZA - √Āgua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Limpeza - De acordo com as necessidades¬†
DESCONTAMINA√á√ÉO - Produto do GRUPO IV - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - De acordo com as necessidades, ou em casos de contamina√ß√£o por fezes, v√īmitos, urinas ou outros flu√≠dos org√Ęnicos de natureza humana ou animal.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: CABINE DE COMANDO - ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
CONTAMINA√á√ÉO POR FEZES, V√ĒMITOS, URINA OU OUTROS FLUIDOS ORG√āNICOS RETEN√á√ÉO DE CONTAMINA√á√ÉOP - Cobrir os locais atingidos com papel toalha - Durante o v√īo¬†
MESAS, JANELAS, ACESS√ďRIOS, PAREDES E PORTA BAGAGEM, ASSENTOS, POLTRONAS, BOLSAS, PISOS (CARPETES/OUTROS) BRA√áOS DE POLTRONA/CINZEIRO, ROUPAS (TRAVESSEIROS E PROTETORES DESCART√ĀVEIS), GRADES DE VENTILA√á√ÉO E DEP√ďSITO DE LIXO DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produtos do GRUPO XII - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - 1¬ļ estacionamento da aeronave

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: APOIO AERON√ĀUTICO - VE√ćCULO TRANSPORTADOR DE √ĀGUA

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
VE√ćCULOS DE ABASTECIMENTO DE √ĀGUA E TUBULA√á√ēES DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO VI - M√≥dulo A Esvaziar totalmente os dep√≥sitos e as tubula√ß√Ķes; Abastecer o reservat√≥rio e as tubula√ß√Ķes com a solu√ß√£o indicada; Aguardar 30 minutos; Esvaziar o reservat√≥rio atrav√©s da mangeira de carga. Lavar com √°gua pot√°vel; Encher o reservat√≥rio com √°gua pot√°vel - A cada 15 dias ou em caso de supeita de contamina√ß√£o¬†
VE√ćCULOS DE ABASTECIMENTO DE √ĀGUA E TUBULA√á√ēES LIMPEZA: - Produtos do GRUPO VI - M√≥dulo B Esvaziar totalmente os dep√≥sitos e as tubula√ß√Ķes; Abastecer o reservat√≥rio e as tubula√ß√Ķes com a solu√ß√£o indicada; Aguardar 60 minutos; Esvaziar o reservat√≥rio atrav√©s da mangueira de carga. Lavar com √°gua pot√°vel; - Encher o reservat√≥rio com √°gua pot√°vel - Uma vez por m√™s¬†
ABASTECIMENTO - Abastecimento o veículo com água potável assegurando que o nível de cloro residual seja mantido a 0,3 a 0,5 ppm - Imediatamente antes do abastecimento da aeronave.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: APOIO AERON√ĀUTICO: VE√ćCULO DE TRANSPORTE DE ALIMENTOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
PRATELEIRAS, PAREDES, PISOS, ESTRUTURAS DO INTERIOR DO VE√ćCULO E OUTROS EQUIPAMENTOS RELACIONADOS COM O TRANSPORTE DE ALIMENTOS LIMPEZA: √Āgua, sab√†o e/ou detergente DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO II - Aplicar T√©cnica de Limpeza - Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o Ap√≥s retirada da sobra e resto de alimentos - Ap√≥s cada jornada de trabalho ou de acordo com as necessidades.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: APOIO AERON√ĀUTICO - P√ĀTIO E LOCAL DE DRENAGEM DE DEJETOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
√ĀREA DO P√ĀTIO DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO IX Aplicar o produto nos locais atingidos, Deixar em contato por 30 minutos; Aplicar T√©cnica de Limpeza - Em caso de derrame de material contaminado¬†
LOCAL DE DRENAGEM DESINFECÇÃO: - Produtos do GRUPO IX Aplicar o produto nos locais atingidos, Deixar em contato por 30 minutos; Aplicar Técnica de Limpeza - Em caso de derrame de material contaminado

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: APOIO AERON√ĀUTICO - VE√ćCULO TRANSPORTADOR DE DEJETOS E √ĀGUAS RESIDUAIS - Q.T.U.

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
TRATAMENTO DE MATERIAL EXISTENTE NO COLETOR DE DEJETOS E √ĀGUAS SERVIDAS. DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do Grupo VII Acrescentar ao tanque do ve√≠culo um dos produtos indicados no GRUPO VII; Recolher dejetos e √°guas servidas; Fechar a v√°lvula; Promover manobras de modo a homogeneizar as misturas. - Em aeroportos que n√£o possuam esta√ß√Ķes de √°guas residuais ou quando for constatada falha operacional em uma das etapas do processo de tratamento de √°gua residuais em curso.¬†
PAINEL DE DEJETO DA AERONAVE MANGOTE, TUBULA√á√íES, ESTEIOS, TANQUES E RODAS DO VE√ćCULO DESINFEC√á√ÉO: - Produto do GRUPO X - Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - DESINFEC√á√ÉO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE √ĀGUA DA AERONAVE

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
RESERVAT√ďRIO E DUTOS. DESINFEC√á√ÉO: Produtos do GRUPO VI NOTA: Em caso de uso da solu√ß√£o desinfetante com residual de cloro ativo a 200 ppm utilizar o tempo de contato de 10 minutos Aplicar a seguinte: Esvaziar o reservat√≥rio e a rede de distribui√ß√£o de √°gua pot√°vel da aeronave ao ve√≠culo coletor de dejetos e √°guas servidas (Q.T.U); Identificar o volume correspondente ao sistema; Preparar no caminh√£o de abastecimento de √°gua pot√°vel uma solu√ß√£o desinfetante √† base de hipoclorito de s√≥dio ou c√°lcio a 50 ppm de cloro ativo; Bombear a solu√ß√£o desinfetante at√© que se encha completamente o reservat√≥rio e dutos de distribui√ß√Ķes Aguardar 30 minutos; Promover a retirada da solu√ß√£o desinfetante; Abastecer o sistema de √°gua pot√°vel da aeronave; Desprezar, 15 segundos, as primeiras √°guas do sistema. A cada bimestre de acordo com as necessidades ou as ocorr√™ncias a bordo, de caso suspeito de doen√ßas de veicula√ß√£o h√≠drica.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: APOIO AERON√ĀUTICO - VE√ćCULO DE TRANSPORTE DE ALIMENTOS - ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
PRATELEIRAS, PAREDES, PISOS E ESTRUTURAS DO INTERIOR DO VE√ćCULO DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produto do GRUPO V. - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - Em caso de contamina√ß√£o por fezes, v√īmitos ou outros fluidos org√Ęnicos.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: EDIFICA√á√ēES - √ĀREAS DE CIRCULA√á√ÉO

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
√ĀREA DE CIRCULA√á√ÉO (SALAS DE EMBARQUE E DE ESPERA, SALA VIP, EM PRESAS PRESTADORAS DE BENS E SERVI√áOS)¬†
PISOS LIMPEZA LIMPEZA: - √Āgua, sab√£o e/ou detergente Varrer e remover detrios - Aplicar T√©cnica de Limpeza Diariamente ou de acordo com as necessidades Semanalmente ou de acordo com as necessidades¬†
TETOS, JANELAS, PORTAS, LUMIN√ĀRIAS PAREDES, BANCOS E CADEIRAS LIMPEZA: - √Āgua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Limpeza - Semanalmente ou de acordo com as necessidades

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: EDIFICA√á√ēES - SANIT√ĀRIOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
VASOS SANIT√ĀRIOS, MICT√ďRIOS, RALOS. LIMPEZA √Āgua, sab√£o e/ou detergente DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO I Aplicar T√©cnica de Limpeza - Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o Diariamente ou de acordo com as necessidades - De acordo com as necessidades¬†
DEP√ďSITO DE LIXO DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO I Retirar o saco de lixo fechando-o bem. Encaminhar para o destino final; Aplicar a T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Diariamente ou de acordo com as necessidades.¬†
PIAS, TORNEIRAS, ESPELHOS, PORTAS, PISOS, PAREDES. LIMPEZA: - √Āgua, sab√£o e/ou detergente. - Aplicar T√©cnica de Limpeza. - Diariamente ou de acordo com as necessidades.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: EDIFICA√á√ēES - √ĀREA DE ATENDIMENTO √Ä SAUDE

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
ENFERMARIAS, FARM√ĀCIAS E √ĀREAS RELACIONADAS COM ATENDIMENTO M√ČDICO LIMPEZA: √Āgua, sab√£o e/ou detergente. DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO I Aplicar T√©cnica de Limpeza. - Aplicar T√©cnica de Deisnfec√ß√£o Diariamente - De acordo com as necessidades

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: EDIFICA√á√ēES - √ĀREA DE PREPARO E ESTOCAGEM DE ALIMENTOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
PIA, TORNEIRA BANCADAS E LATERAIS, EQUIPAMENTOS FIXOS. LIMPEZA: Com água, sabão e/ou detergente DESINFECÇÃO: - Produtos do GRUPO II Aplicar Técnica de Limpeza - Aplicar Técnica de Desinfecção - Ao término de cada período de trabalho ou de acordo com as necessidades 
ARM√ĀRIOS, PRATELEIRAS, FOG√ÉO GELADEIRA, FREEZER, PORTA, PAREDE, JANELAS. LIMPEZA: Com √°gua, sab√£o e/ou detergente Esfregar todas as superf√≠cies; Enxaguar; Secar - De tr√™s em tr√™s dias ou de acordo com as necessidades.¬†
DEP√ďSITOS DE ALIMENTOS (despesas e c√Ęmaras fixas). LIMPEZA: Com √°gua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Limpeza - Antes do abastecimento ou de acordo com as necessidades.¬†
PANELAS, UTENS√ćLIOS, PRATOS, TALHERES LIMPEZA: Com √°gua, sab√£o e/ou detergente ou LIMPEZA COM DETERGENTE/ DESINFETANTE: - Produtos do GRUPO VIII Remover os detritos de alimentos para um saco pl√°stico resitente e fech√°-lo Proceder √† lavagem; Autom√°tica atrav√©s de m√°quinas. Colocar os utens√≠lios, panelas, pratos e talheres na pia com √°gua quente (50¬ļC); Retirar e lavar com √°gua quente (50¬ļC) e sab√£o e/ou detergente. Enxagua: colocar os utens√≠lios em uma cesta de arame e mergulhar em recipiente com √°gua a 82 graus Celsius por 2 minutos. N√£o usar panos de prato. N√£o usar panos de prato. Enxaguar com √°gua quente; Deixar secar.¬†
GRELHAS, FRITADEIRAS, CHAPAS, INTERIOR DO FORNOO LIMPEZA: - Produtos do GRUPO XI INCRUSTA√á√ēES - Remover as incrusta√ß√Ķes com o aux√≠lio de esponja grossa embebida no produto. Usar luva. - Diariamente

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: EDIFICA√á√ēES - √ĀREA DE CONSUMO DE ALIMENTOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
MESAS, CADEIRAS E BANDEJAS LIMPEZA - √Āgua, sab√£o e/ou detergente - Aplicar T√©cnica de Limpeza - De acordo com a freq√ľente de utiliza√ß√£o¬†
M√ĀQUINAS DE VENDA DE BEBIDA E ALIMENTOS DESINFEC√á√ÉO: - Produtos do GRUPO VIII - Aplicar T√©cnica de Desinfec√ß√£o - Diariamente ou de acordo com as necessidades

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - EDIFICA√á√ēES - SANIT√ĀRIOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
SANIT√ĀRIOS P√öBLICOS, VASOS SANIT√ĀRIOS DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produtos do GRUPO IV - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - Em caso de contamina√ß√£o fecal, v√īmitos, urina ou outros fluidos org√Ęnicos.

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - EDIFICA√á√ēES - ESTABELECIMENTO DE ALIMENTOS

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
ESTABELECIMENTO RELACIONADO √Ä MANIPULA√á√ÉO, PREPARA√á√ÉO, COMERCIALIZA√á√ÉO E ESTOCAGEM DE ALIMENTOS. DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produtos do GRUPO V. - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√£o - Em caso de contamina√ß√£o fecal, v√īmitos, urinas, ou outros flu√≠dos org√Ęnicos

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - EDIFICA√á√ēES - √ĀREA DE ATENDIMENTO √Ä SA√öDE

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
ENFERMEIRAS FARM√ĀCIAS E √ĀREAS DE ATENDIMENTO M√ČDICO DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produtos do GRUPO IV - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√†o - Em caso de contamina√ß√£o fecal, v√īmitos, urinas, ou outros flu√≠dos org√Ęnicos

1. √ĀREA DE ATUA√á√ÉO: ATIVIDADES COMPLEMENTARES - EDIFICA√á√ēES - √ĀREA DE CIRCULA√á√ÉO

ONDE PROCEDIMENTOS (COM O QUE) COMO QUANDO 
√ĀREA DE CIRULA√á√ÉO, SALA DE EMBARQUE E DE ESPERA, SALA VIP, ESTABELECIMENTO DE SERVI√áO AO P√öBLICO (BANCOS, BARBEARIAS, ETC), DESCONTAMINA√á√ÉO: - Produtos do GRUPO IV - Aplicar T√©cnica de Descontamina√ß√†o - Em caso de contamina√ß√£o fecal, v√īmitos, urinas, ou outros flu√≠dos org√Ęnicos

 

 

ANEXO V
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO PARA PROCEDIMENTOS
DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO

 

 

INTERIOR DA AERONAVE

√ĀREA DE PARQUEAMENTO

EDIFICA√á√ēES

EQUIPA MEN TOS

LIMPE ZA GALLEY

CABI NES COMAN DO E PAS SAG

SANI T√ĀRIO

ABASTE CIMEN TO DE √ĀGUA AERO NAVE

RETI RADA QTU  *

LIXO

√ĀREA DE TR√āN SITO CIRCULA√á√ÉO DE PESSOAS

SANI T√ĀRIO P√öBLICO

√ĀREA DE PREPA RO E MANU SEIO DE ALIMENTOS

IN CI NE RA DOR

STAR

Luvas de Proce Dimen tos

X

X

X

 

 

X

X

X

X

 

 

Luvas Gros sas Cano Longo

 

 

 

X

 

 

 

 

 

X

X

Abafa dor de Ruído

 

 

 

X

X

X

 

 

 

 

 

M√°cara Facial

 

 

X

 

 

 

 

 

 

 

 

Prote tor Facial

 

 

 

 

X

 

 

 

 

 

 

Gorro

X

 

 

 

 

 

X

 

 

 

 

Botas de Borra cha

 

 

 

 

X

 

 

X

 

X

X

Aven tal Imper me√°vel

 

 

X

 

 

 

 

X

X

 

 

Aven tal Imper me√°vel PVC (Borracha)

 

 

 

 

X

 

 

 

 

X

X

Uniforme de Serviço (Vestimento calça do)

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

 

* Em Aeronavel e quando do descarregamento na Esta√ß√£o de Tratamento de √Āguas Residuais.

 

INSTRU√á√ÉO NORMATIVA N¬ļ. 7, DE 17 DE MAIO DE 1999

 

 

Disp√Ķe sobre normas para a produ√ß√£o de produtos org√Ęnicos vegetais e animais.

 

¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†¬†O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO, no uso da atribui√ß√£o que lhe confere o art. 87, par√°grafo √ļnico, inciso II, da Constitui√ß√£o e,

 

Considerando a crescente demanda de produtos obtidos por sistemas ecol√≥gico, biol√≥gico, biodin√Ęmico e agroecol√≥gico, a exig√™ncia de mercado para os produtos naturais e o significativo aporte de sugest√Ķes nacionais e internacionais decorrentes de consulta p√ļblica sobre a mat√©ria, com base na Portaria MAA n. 505, de 16 de outubro de 1998, resolve:

 

Art. 1¬ļ - Estabelecer as normas de produ√ß√£o, tipifica√ß√£o, processamento, envase, distribui√ß√£o, identifica√ß√£o e de certifica√ß√£o da qualidade para os produtos org√Ęnicos de origem vegetal e animal, conforme os Anexos √† presente Instru√ß√£o Normativa.

 

Art. 2¬ļ - Esta Instru√ß√£o Normativa entra em vigor na data de sua publica√ß√£o.

 

FRANCISCO S√ČRGIO TURRA

 

 

 

ANEXO

 

NORMAS DISCIPLINADORAS PARA A PRODU√á√ÉO, TIPIFICA√á√ÉO, PROCESSAMENTO, ENVASE, DISTRIBUI√á√ÉO, IDENTIFICA√á√ÉO E CERTIFICA√á√ÉO DA QUALIDADE DE PRODUTOS ORG√āNICOS, SEJAM DE ORIGEM ANIMAL OU VEGETAL.

 

1. DO CONCEITO

 

1.1. Considere-se sistema org√Ęnico de produ√ß√£o agropecu√°ria e industrial, todo aquele em que se adotam tecnologias que otimizem o uso de recursos naturais e socioecon√īmicos, respeitando a integridade cultural e tendo por objetivo a auto-sustenta√ß√£o no tempo e no espa√ßo, a maximiza√ß√£o dos benef√≠cios sociais, a minimiza√ß√£o da depend√™ncia de energias n√£o renov√°veis e a elimina√ß√£o do emprego de agrot√≥xicos e outros insumos artificiais t√≥xicos, organismos geneticamente modificados - OGM/transg√™nicos, ou radia√ß√Ķes ionizantes em qualquer fase do processo de produ√ß√£o, armazenamento e de consumo, e entre os mesmos, privilegiando a preserva√ß√£o da sa√ļde ambiental e humana, assegurando a transpar√™ncia em todos os est√°gios da produ√ß√£o e da transforma√ß√£o, visando:

a) a oferta de produtos saud√°veis e de elevado valor nutricional, isentos de qualquer tipo de contaminantes que ponham em risco a sa√ļde do consumidor, do agricultor e do meio ambiente;

b) a preservação e a ampliação da biodiversidade dos ecossistemas, natural ou transformado, em que se insere o sistema produtivo:

c) a conserva√ß√£o das condi√ß√Ķes f√≠sicas, qu√≠micas e biol√≥gicas do solo, da √°gua e do ar; e

d) o fomento da integra√ß√£o efetiva entre agricultor e consumidor final de produtos org√Ęnicos, e o incentivo √† regionaliza√ß√£o da produ√ß√£o desses produtos org√Ęnicos para os mercados locais.

 

1.2. Considera-se produto da agricultura org√Ęnica, seja in natura ou processado, todo aquele obtido em sistema org√Ęnico de produ√ß√£o agropecu√°ria e industrial.

O conceito de sistema org√Ęnico de produ√ß√£o agropecu√°ria e industrial abrange os denominados ecol√≥gico, biodin√Ęmico, natural, sustent√°vel, regenerativo, biol√≥gico, agroecol√≥gico e permacultura. Para efeito desta Instru√ß√£o considera-se produtor org√Ęnico, tanto o produtor de mat√©rias-primas como o processador das mesmas.

 

2. DAS NORMAS DE PRODU√á√ÉO ORG√āNICA

Considera-se unidade de produ√ß√£o, a propriedade rural que esteja sob sistema org√Ęnico de produ√ß√£o. Quando a propriedade inteira n√£o for convertida para a produ√ß√£o org√Ęnica, a certificadora dever√° assegurar-se de que a produ√ß√£o convencional est√° devidamente separada e pass√≠vel de inspe√ß√£o.

 

2.1. DA CONVERSÃO

Para que um produto receba a denomina√ß√£o de org√Ęnico, dever√° ser proveniente de um sistema onde tenham sido aplicadas as bases estabelecidas na presente Instru√ß√£o, por um per√≠odo vari√°vel de acordo com a utiliza√ß√£o anterior da unidade de produ√ß√£o e a situa√ß√£o ecol√≥gica atual, mediante as an√°lises e a avalia√ß√£o das respectivas institui√ß√Ķes certificadoras (Anexo I).

 

2.2. DAS M√ĀQUINAS E DOS EQUIPAMENTOS

As m√°quinas e os equipamentos usados na unidade de produ√ß√£o n√£o podem conter res√≠duos contaminantes, dando-se prioridade ao uso exclusivo √† produ√ß√£o org√Ęnica.

 

2.3. SOBRE OS PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL E OS RECURSOS NATURAIS (PLANTAS, SOLOS E √ĀGUA)

Tanto a fertilidade como a atividade biológica do solo e a qualidade das águas, deverão ser mantidas e incrementadas mediante, entre outras, as seguintes condutas:

a) proteção ambiental;

b) manutenção e preservação de nascentes e mananciais hídricos;

c) respeito e proteção à biodiversidade;

d) sucess√£o animal-vegetal;

e) rotação e/ou associação de culturas;

f) cultivo mínimo;

g) sustentabilidade e incremento da mat√©ria org√Ęnica no solo;

h) manejo da mat√©ria org√Ęnica;

i) utilização de quebra-ventos;

j) sistemas agroflorestais; e

k) manejo ecológico das pastagens.

 

2.3.1. O manejo de pragas, doenças e de plantas invasoras deverá se realizar mediante a adoção de uma ou várias condutas, de acordo com os Anexos II e III, desta Instrução, que possibilitem:

a) incremento da biodiversidade no sistema produtivo;

b) seleção de espécies. variedades e cultivares resistentes;

c) emprego de cobertura vegetal. viva ou morta. no solo;

d) meios mec√Ęnicos de controle;

e) rotação de culturas;

f) alelopatia;

g) controle biológico ( excetuando-se OGM/transgênicosJ;

h) integração animal-vegetal; e

i) outras medidas mencionadas nos Anexos II e III da presente Instrução.

 

2.3.1.1. √Č vedado o uso de agrot√≥xico sint√©tico seja para combate ou preven√ß√£o, inclusive, na armazenagem.

 

2.3.1.2. A utiliza√ß√£o de medida n√£o org√Ęnica para garantir a produ√ß√£o ou a armazenagem, desqualifica o produto para efeito de certifica√ß√£o, de acordo com o subitem 2.1 da presente Instru√ß√£o.

 

2.3.2. As sementes e as mudas dever√£o ser oriundas de sistemas org√Ęnicos.

 

2.3.2.1. N√£o existindo no mercado sementes oriundas de sistemas org√Ęnicos adequadas a determinada situa√ß√£o ecol√≥gica espec√≠fica, o produtor poder√° lan√ßar m√£o de produtos existentes no mercado, desde que avaliadas pela institui√ß√£o certificadora, excluindo-se todos os organismos geneticamente modificados (OGM/transg√™nicos).

 

2.3.2.2. Para culturas perenes, n√£o havendo disponibilidade de mudas org√Ęnicas, estas poder√£o ser oriundas de sistemas convencionais, desde que avaliadas pela institui√ß√£o certificadora, excluindo-se todos os organismos geneticamente modificados/transg√™nicos e de cultura de tecido vegetal, quando as t√©cnicas empregadas conduzam a modifica√ß√Ķes gen√©ticas ou induzam a variantes soma-clonais.

 

2.3.3. Os produtos oriundos de atividades extrativistas s√≥ ser√£o certificados como org√Ęnicos, caso o processo de extra√ß√£o n√£o comprometa o ecossistema e a sustentabilidade do recurso explorado.

 

2.4. PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

Os produtos org√Ęnicos de origem animal devem provir de unidades de produ√ß√£o, prioritariamente auto-suficientes quanto √† gera√ß√£o de alimentos para os animais em processo integrado com a produ√ß√£o vegetal, conforme o Anexo IV, da presente Instru√ß√£o. Para a efetiva√ß√£o da sustentabilidade, esses sistemas devem obedecer os seguintes requisitos:

a) respeitar o bem-estar animal;

b) manter um n√≠vel higi√™nico em todo o processo criat√≥rio, compat√≠vel com as normas de sa√ļde p√ļblica vigentes;

c) adotar técnicas sanitárias preventivas sem o emprego de produtos proibidos;

d) contemplar uma alimentação nutritiva, sadia e farta, incluindo-se a água, sem a presença de aditivos químicos e/ou estimulantes, conforme o Anexo IV, da presente Instrução;

e) dispor de instala√ß√Ķes higi√™nicas, funcionais e confort√°veis;

f) praticar um manejo capaz de maximizar uma produ√ß√£o de alta qualidade biol√≥gica e econ√īmica; e

g) utilizar ra√ßas, cruzamentos e o melhoramento gen√©tico (n√£o OGM/transg√™nicos), compat√≠veis tanto com as condi√ß√Ķes ambientais e como est√≠mulo √† biodiversidade.

 

2.4.1. Entende-se por bem-estar animal, permanecer o mesmo livre de dor, de sofrimento ang√ļstia e viver em um ambiente em que possa expressar proximidade com o comportamento de seu habitat original: movimenta√ß√£o, territoriedade vadiagem. descanso e ritual reprodutivo.

 

2.4.2. Os insumos permitidos e proibidos na alimentação animal estão especificados no Anexo IV, da presente Instrução.

 

2.4.3. O transporte, pré-abate e o abate dos animais devem seguir princípios humanitários e de bem-estar animal, assegurando a qualidade sanitária da carcaça.

 

2.4.4. Excepcionalmente, para garantir a sa√ļde ou quando houver risco de vida a de animais, na inexist√™ncia de substituto permitido, poder-se-√£o usar medicamentos convencionais.

 

2.4.4.1. √Č obrigat√≥rio comunicar √† certificadora o uso desses medicamentos, bem como registrar a sua administra√ß√£o, que deve respeitar o que estabelece o subitem 2.4.4., desta Instru√ß√£o. O per√≠odo de car√™ncia estipulado pela bula do produto a ser cumprido, dever√° ser multiplicado pelo fator tr√™s, podendo ainda ser ampliado de acordo com a institui√ß√£o certificadora.

 

2.4.4.2. S√£o permitidas todas as vacinas previstas por Lei.

 

2.4.5. Preferencialmente, a aquisi√ß√£o dos animais deve ser feita em cria√ß√Ķes org√Ęnicas.

 

2.4.5.1. No caso de aquisi√ß√£o de animais de propriedades convencionais, estes devem prioritariamente ser incorporados √† unidade produtora org√Ęnica, com a idade m√≠nima em que possam ser recriados sem a presen√ßa materna.

 

2.4.5.2. Os animais adquiridos em cria√ß√Ķes convencionais devem passar por quarentena tradicional, ou outra a ser definida pela certificadora.

 

3. DO PROCESSAMENTO

Processamento é o conjunto de técnicas de transformação, conservação e envase de produtos de origem animal e/ou vegetal.

 

3.1. Somente será permitido o uso de aditivos, coadjuvantes de fabricação e outros produtos de efeito brando (não OGM/transgênicos), conforme mencionado no Anexo V da presente Instrução, e quando autorizados e mencionados nos rótulos das embalagens .

 

3.2. As m√°quinas e os equipamentos utilizados no processamento dos produtos org√Ęnicos dever√£o estar comprovadamente limpos de res√≠duos contaminantes, conforme estabelece os termos desta Instru√ß√£o e seus anexos.

 

3.3. Em todos os casos, a higiene no processamento dos produtos org√Ęnicos ser√° fator decisivo para o reconhecimento de sua qualidade. Para efeito de certifica√ß√£o, as unidades de processamento devem cumprir, tamb√©m, as exig√™ncias contidas nesta Instru√ß√£o e nas legisla√ß√Ķes vigentes espec√≠ficas.

 

3.3.1. A higieniza√ß√£o das instala√ß√Ķes e dos equipamentos dever√° ser feita com produtos biodegrad√°veis, e caso esses produtos n√£o estejam dispon√≠veis no mercado, dever√° ser consultada a certificadora.

 

3.4. Para o envase de produtos org√Ęnicos, dever√£o ser priorizadas embalagens produzidas com materiais comprovadamente biodegrad√°veis e/ou recicl√°veis.

 

3.5. Poder√° ser certificado como produto processado org√Ęnico, aquele cujo componente principal seja de origem org√Ęnica.

 

3.5.1. Os aditivos e os coadjuvantes de fabrica√ß√£o de origem n√£o org√Ęnica, ser√£o permitidos em percentuais a serem definidos pelas certificadoras e pelo √ďrg√£o Colegiado Nacional, conforme estabelece o Anexo V, da presente Instru√ß√£o.

 

3.5.2. √Č obrigat√≥rio explicitar no r√≥tulo do produto, os tipos e as quantidades de aditivos, os coadjuvantes de fabrica√ß√£o e outros produtos de origem n√£o org√Ęnica nele contidos, sempre de acordo com o subitem 3.1, da presente Instru√ß√£o.

 

3.5.3. Os ingredientes de origem n√£o org√Ęnica ser√£o permitidos em percentuais definidos no Anexo VII, da presente Instru√ß√£o.

 

4. DA ARMAZENAGEI\1 E DO TRANSPORTE

Os produtos org√Ęnicos devem ser identificados e mantidos em local separado dos demais de origem desconhecida, de modo a evitar poss√≠veis contamina√ß√Ķes, seguindo o que prescreve o Anexo VI, da presente Instru√ß√£o.

 

4.1. A higiene e as condi√ß√Ķes do ambiente de armazenagem e do transporte ser√° fator necess√°rio para a certifica√ß√£o de sua qualidade org√Ęnica.

 

4.2. Todos os produtos org√Ęnicos devem estar devidamente acondicionados.

 

5. DA IDENTIFICAÇÃO

Al√©m de atender as normas vigentes quanto √†s informa√ß√Ķes que devem constar nas embalagens, os produtos certificados dever√£o conter um "selo de qualidade" registrado no √ďrg√£o Colegiado Nacional, espec√≠fico para cada certificadora, atendendo as condi√ß√Ķes previstas no Anexo VII da presente Instru√ß√£o, al√©m das contidas abaixo:

a) ser√° mencionado no r√≥tulo a denomina√ß√£o "produto org√Ęnico"; e

b) o nome e o n√ļmero de registro da certificadora junto ao √ďrg√£o Colegiado Nacional.

No caso de produto a granel, o mesmo ser√° acompanhado do certificado de qualidade org√Ęnica.

 

6. DO CONTROLE DA QUALIDADE ORG√āNICA

A certifica√ß√£o e o controle da qualidade org√Ęnica ser√£o realizados por institui√ß√Ķes certificadoras credenciadas nacionalmente pelo √ďrg√£o Colegiado Nacional, devendo cada institui√ß√£o certificadora manter o registro atualizado dos produtores e dos produtos que ficam sob suas responsabilidades.

 

7. DA RESPONSABILIDADE

Os produtores certificados assumem a responsabilidade pela qualidade org√Ęnica de seus produtos e devem permitir o acesso da certificadora a todas as instala√ß√Ķes, atividades e informa√ß√Ķes relativas ao seu processo produtivo.

 

7.1. √Ä institui√ß√£o certificadora cabe a responsabilidade pelo controle da qualidade org√Ęnica dos produtos certificados, permitindo o acesso do √ďrg√£o Colegiado Estadual ou do Distrito Federal a todos os atos, procedimentos e informa√ß√Ķes pertinentes ao processo de certifica√ß√£o.

 

8. DOS √ďRG√ÉOS COLEGIADOS

 

8.1. O √ďrg√£o Colegiado Nacional ser√° composto parit√°riamente por 5 (cinco) membros do Poder P√ļblico, titular e suplente e 5 {cinco) membros de Organiza√ß√Ķes-n√£o-Governamentais, titular e suplente, que tenham reconhecida atua√ß√£o junto √† sociedade no √Ęmbito da agricultura org√Ęnica, de forma a respeitar a paridade de um representante por regi√£o geogr√°fica, chegando a um total de at√© 10 (dez) membros.

 

8.1.1. A escolha dos membros das organiza√ß√Ķes governamentais, ser√° de responsabilidade exclusiva do Minist√©rio da Agricultura e do Abastecimento.

 

8.1.2. A escolha dos membros das organiza√ß√Ķes n√£o-governamentais obedecer√° sistem√°tica pr√≥pria dessas organiza√ß√Ķes.

 

8.2. Os √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal ser√£o compostos paritariamente por 5 (cinco) membros do Poder P√ļblico. titular e suplente e 5 (cinco) membros de Organiza√ß√Ķes N√£o-Governamentais. titular e suplente, que tenham reconhecida atua√ß√£o junto √† sociedade no √Ęmbito da agricultura org√Ęnica. chegando a um total de at√© 10 (dez) membros.

 

8.2.1. -A escolha dos membros das organiza√ß√Ķes governamentais. nas Unidades Federativas ser√° de responsabilidade exclusiva das Delegacias Federais de Agricultura.

 

8.2.1.1. A escolha dos membros das organiza√ß√Ķes n√£o-governamentais obedecer√° sistem√°tica pr√≥pria dessas organiza√ß√Ķes.

 

8.3. Cabe ao √ďrg√£o Colegiado Nacional fiscalizar as atividades dos √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal, de acordo com as normas vigentes.

 

8.4. Cabe aos √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal. fiscalizar as atividades das certificadoras locais. As que n√£o cumprirem a legisla√ß√£o em vigor ser√£o pass√≠veis de san√ß√Ķes, de acordo com as normas vigentes.

 

8.5. Ao √ďrg√£o Colegiado Nacional compete o deferimento e o indeferimento dos pedidos de registro das entidades certificadoras encaminhados pelos √≥rg√£os colegiados, citados no subi tem acima.

 

8.6. Aos √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal compete a fiscaliza√ß√£o e o controle, bem como o encaminhamento dos pedidos de registro das entidades certificadoras para o √ďrg√£o Colegiado Nacional.

 

8.6.1. Na inexist√™ncia de √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal, o √ďrg√£o Colegiado Nacional cumprir√° estas atribui√ß√Ķes.

 

9. DAS ENTIDADES CERTIFICADORAS

 

9.1. Os produtos de origem vegetal ou animal, processados ou in natura, para serem reconhecidos como org√Ęnicos devem ser certificados por pessoa jur√≠dica, sem fins lucrativos, com sede no territ√≥rio nacional, credenciada no √ďrg√£o Colegiado Nacional, e que tenha seus documentos sociais registrados em √≥rg√£o competente da esfera p√ļblica.

 

9.2. As institui√ß√Ķes certificadoras adotar√£o o processo de certifica√ß√£o mais adequado √†s caracter√≠sticas da regi√£o em que atuam, desde que observadas as exig√™ncias legais que trata da produ√ß√£o org√Ęnica no pa√≠s e das emanadas pelo √ďrg√£o Colegiado Nacional.

 

9.2.1. A importa√ß√£o de produtos org√Ęnicos certificados em seu pa√≠s de origem, ficar√° condicionada √†s exig√™ncias sanit√°rias, fitos sanit√°rias e de inspe√ß√£o animal e vegetal, de conformidade com as leis vigentes no Brasil, complementada com pr√©via an√°lise e autoriza√ß√£o de uma certificadora credenciada no √ďrg√£o Colegiado Nacional.

 

9.3. As institui√ß√Ķes certificadoras para serem credenciadas devem satisfazer os seguintes requisitos:

a) requerer o credenciamento atrav√©s dos √ďrg√£os Colegiados Estaduais e do Distrito Federal;

h) anexar cópias dos documentos requeridos, devidamente registrados em cartório;

c) descrever detalhadamente seu processo de certificação com o respectivo regulamento de funcionamento, demonstrando suas etapas. inclusive, os mecanismos de auto-regulação ética;

d) apresentar as suas Normas T√©cnicas para aprova√ß√£o do √ďrg√£o Colegiado Nacional;

e) descrever as san√ß√Ķes que poder√£o ser impostas em caso de descumprimento de suas Normas; e

f) comprovar a capacidade própria ou de alguma contratada para realizar as análises, se necessárias, no processo de certificação;

 

9.4. As institui√ß√Ķes certificadoras devem dispor na sua estrutura interna, dos seguintes membros:

a) Comissão Técnica: corpo de técnicos responsáveis pela avaliação da eficácia e qualidade da produção;

b) Conselho de Certificação: responsável pela análise e aprovação dos pareceres emitidos pela Comissão Técnica; e

c) Conselho de Recursos: que decide sobre apela√ß√Ķes de produtores e outros interessados.

 

9.4.1. Aos integrantes de quaisquer das estruturas mencionadas nas alíneas "a", "b" e "c" do subitem 9.4, é vedada a participação em mais de uma das alíneas, tanto como pessoa física ou jurídica.

 

9.4.2. S√£o obriga√ß√Ķes das certificadoras:

a) manter atualizadas todas as informa√ß√Ķes relativas √† certifica√ß√£o;

b) realizar quantas visitas forem necess√°rias. com o m√≠nimo de uma por ano, para manter atualizadas as informa√ß√Ķes sobre seus produtores certificados;

c) promover a capacitação e assumir a responsabilidade pelo desempenho dos integrantes da comissão técnica;

d) no caso de destinação para o comércio exterior não comercializar produtos e insumos, nem prestar serviços de consultorias, assistência técnica e elaboração de projetos;

e) no caso de destinação para comércio interno não comercializar produtos e insumos;

f) manter a confiabilidade das informa√ß√Ķes quando solicitadas pelo produtor org√Ęnico; e

g) cumprir as demais determina√ß√Ķes estabelecidas pelos Colegiados Nacional, Estaduais e do Distrito Federal.

 

¬†10. DAS DISPOSI√á√ēES GERAIS

Os demais atos necessários para a completa operacionalização da presente Instrução Normativa serão estabelecidos pela Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

 

ANEXO I

DO PER√ćODO DE CONVERS√ÉO

 

1. Produ√ß√£o vegetal de culturas anuais: para a unidade de produ√ß√£o em convers√£o dever√° ser obedecido um per√≠odo m√≠nimo de 12 meses de manejo org√Ęnico, para que a produ√ß√£o do ciclo subsequente seja considerada como org√Ęnica.

 

2. Produ√ß√£o vegetal de culturas perenes: para a unidade de produ√ß√£o em convers√£o dever√° ser obedecido um per√≠odo m√≠nimo de 18 meses de manejo org√Ęnico, para que a colheita subsequente seja certificada.

 

3. Produ√ß√£o vegetal de pastagem perene: para a unidade de produ√ß√£o em convers√£o dever√° ser obedecido um per√≠odo m√≠nimo de 12 meses de manejo org√Ęnico ou de pousio.

Observação: Os períodos de conversão acima mencionados poderão ser ampliados pela certificadora em função do uso anterior e da situação ecológica da unidade de produção, desde que seja julgada a conveniência.

 

ANEXO II

ADUBOS E CONDICIONADORES DE SOLOS PERMITIDOS

 

1. Da própria unidade de produção (desde que livres de contaminantes}:

Composto org√Ęnico;

Vermicomposto;

Restos org√Ęnicos;

Esterco: sólido ou líquido;

Restos de cultura;

Adubação verde;

Biofertilizan tes;

Fezes humanas, somente quando compostadas na unidade de produção e não empregadas no cultivo de olerícolas;

Microorganismos benéficos ou enzimas, desde que não sejam OGM/transgênicos; e

Outros res√≠duos org√Ęnicos.

 

2. Obtidos fora da unidade de produção

a) Somente se autorizados pela certificadora:

Vermicomposto; Esterco composto ou esterco líquido;

Biomassa vegetal;

Resíduos industriais, chifres, sangue, pó de osso, pêlos e penas, tortas, vinhaça e semelhantes, como complementos da adubação;

Algas e derivados, e outros produtos de origem marinha;

Peixes e derivados;

Pó de serra, cascas e derivados, sem contaminação por conservantes;

Microorganismos, aminoácidos e enzimas, desde que não sejam OGM/transgênicos;

Cinzas e carv√Ķes vegetais;

Pó de rocha;

Biofertilizantes;

Argilas ou ainda vermiculita;

Compostagem urbana, quando oriunda de coleta seletiva e comprovadamente livre de subst√Ęncias t√≥xicas.

b) Somente se constatado a necessidade de utiliza√ß√£o do adubo e do condicionador, atrav√©s de an√°lise, e se os mesmos estiverem livres de subst√Ęncias t√≥xicas:

Termofosfatos;

Adubos potássicos -sulfato de potássio, sulfato duplo de potássio e magnésio, este de origem mineral natural;

Micronutrientes;

Sulfa to de magnésio;

√Ācido b√≥rico, quando n√£o usado diretamente nas plantas e solo;

Carbonato, como fonte de micronutrientes; e

Guano.

 

ANEXO III

PRODUÇÃO VEGETAL

 

1. Meios contra doen√ßas f√ļngicas:

Enxofre simples e suas prepara√ß√Ķes, a crit√©rio da certificadora;

Pó de pedra;

Um terço de sulfato de alumínio e dois terços de argila (caulim ou bentonita) em solução a 1 %;

Sais de cobre, na fruticultura;

Própolis;

Cal hidratado, somente como fungicida;

Iodo;

Extratos de plantas;

Extratos de compostos e plantas;

Vermicomposto;

Calda bordaleza e calda sulfocálcica, a critério da certificadora; e

Homeopatia.

 

2. Meios contra pragas:

Preparados vir √≥ticos, f√ļngicos e bacteriol√≥gicos, que n√£o sejam OGM/transg√™nicos, e s√≥ com permiss√£o espec√≠fica da certificadora;

Extratos de insetos;

Extratos de plantas;

Emuls√Ķes oleosas {sem inseticidas qu√≠mico-sint√©ticos);

Sab√£o de origem natural;

Pó de café;

Gelatina;

Pó de rocha;

√Ālcool et√≠lico;

Terras diatomáceas, ceras naturais, própolis e óleos essenciais, a critério da certificadora;

Como solventes: álcool, acetona, óleos vegetais e minerais;

Como emulsionante: lecitina de soja, não transgênica;

Homeopatia.

 

3. Meios de captura, meios de proteção e outras medidas biológicas:

Controle biológico;

Ferom√īnios, desde que utilizados em armadilhas;

Armadilhas de insetos com inseticidas permitidos no item 2, do Anexo III;

Armadilhas antecoagulantes para roedores;

Meios repelentes mec√Ęnicos {armadilhas e outros similares);

Repelentes naturais {materiais repelentes e expulsantes);

Métodos vegetativos, quebra-vento, plantas companheiras e repelentes;

Preparados que estimulem a resistência das plantas e que inibam certas pragas e doenças, tais como: plantas medicinais, própolis, calcário e extratos de algas, bentonita, pó de pedra e similares;

Cloreto de c√°lcio;

Leite e derivados; e

Extratos de produtos de origem animal.

 

4. Manejo de plantas invasoras:

Sementes e mudas. isentas de plantas invasoras;

T√©cnicas mec√Ęnicas;

Alelopatia;

Cobertura morta e viva;

Cobertura inerte, que não cause contaminação e poluição, a critério da instituição certificadora;

Solarização;

Controle biológico como manejo de plantas invasoras.

 

ANEXO IV

PRODUÇÃO ANIMAL

 

1. Condutas desejadas:

Maximização da captação e uso de energia solar;

Auto-sufici√™ncia alimentar org√Ęnica;

Diminuir a dependência de recursos externos no processo produtivo;

Associação de espécies vegetais e animais;

Criação a campo;

Abrigos naturais com √°rvores;

Quebra-ventos;

Conserva√ß√£o das forragens com silagem ou fena√ß√£o ( desde que de origem org√Ęnica);

Mineralização com sal marinho;

Suplementos vitamínicos: óleo de fígado de peixe e levedura;

Aditivos permitidos: algas calcinadas, plantas medicinais, plantas arom√°ticas, soro de leite e carv√£o vegetal;

Suplementa√ß√£o com recursos alimentares, provenientes de unidade de produ√ß√£o org√Ęnica;

Aditivos para arraçoamento: leveduras e misturas de ervas e algas;

Aditivos para silagem: a√ß√ļcar mascavo, cereais e seus farelos, soro de latic√≠nio e sais minerais;

Homeopatia, fito terapia e acupuntura.

 

2. Técnicas permitidas sob o controle da certificadora:

Uso de equipamentos de preparo de solo que não impliquem na alteração de sua estrutura, na formação de pastagens e cultivo de forragens, grãos, raízes e tubérculos;

Aquisi√ß√£o de alimentos n√£o certificados org√Ęnicos, equivalente a at√© 20% e 15% do total da mat√©ria seca de alimentos para animais monog√°stricos e para animais ruminantes, respectivamente;

Aditivos, óleos essenciais, suplementos vitamínicos e sais minerais;

Suplementos de amino√°cidos;

Amochamento e castração; e

Inseminação artificial.

 

3. Técnicas proibidas:

Uso de agrotóxicos nas pastagens e culturas de alimentos para os animais;

Restri√ß√Ķes especificadas nos Anexos II e III, quanto √† produ√ß√£o vegetal;

Uso do fogo no manejo de pastagens;

Confinamentos que contrariam o item 2.4 e suas subdivis√Ķes desta Instru√ß√£o e demais t√©cnicas que restrinjam o bem-estar animal;

Uso de aditivos estimulantes sintéticos na alimentação, na engorda e na reprodução;

Descorna e outras mutila√ß√Ķes;

Presença e manejo de animais geneticamente modificados;

Promotores de crescimento sintético;

Uréia;

Restos de abatedouros na alimentação;

Qualquer tipo de esterco para ruminantes ou para monogástricos da mesma espécie;

Aminoácidos sintéticos; e

Transfer√™ncia de embri√Ķes.

 

4. Insumos que podem ser adquiridos fora da unidade de produção segundo a espécie animal e sob orientação da assistência técnica e controle da certificadora:

Silagem. feno, palha, r.1√≠zes, tub√©rculos. bulbos e restos de culturas org√Ęnicas;

Cereais e outros gr√£os e seus derivados;

Resíduos industriais sem contaminantes;

Melaço;

Leite e seus derivados;

Gorduras animais e vegetais; e

Farinha de osso calcinada ou autoclavada e farinha de peixe.

 

5. Higiene e desinfecção:

Adotar programas sanit√°rios com bases profil√°tica e preventiva;

Realizar limpeza e desinfec√ß√Ķes com .1gentes comprovadamente biodegrad√°veis. sab√£o. sais minerais sol√ļveis. permanganato de pot√°ssio ou hipoclorito de s√≥dio. Em solu√ß√£o 1:1000, cal. soda c√°ustica, √°cidos minerais simples (n√≠trico e fosf√≥rico ), oxidantes minerais em enx√°gues m√ļltiplos. creolina. vassoura de fogo e √°gua.

 

ANEXO V

ADITIVOS PARA PROCESSAMENTO E OUTROS PRODUTOS

QUE PODEM SER USADOS NA PRODU√á√ÉO ORG√āNICA

 

Nome: Condi√ß√Ķes especiais:

√Āgua pot√°vel

Cloridrato de cálcio Agente de coagulação

Carbonato de c√°lcio Antiumectante

Hidróxido de cálcio Agente de coagulação

Sulfato de cálcio Agente de coagulação

Carbonato de pot√°ssio Secagem de uvas

Dióxido de carbono

Nitrogênio

Etanol Solvente

√Ācido de tanino Aux√≠lio de filtragem

Albumina branca de ovo

Caseína

√ďleos vegetais

Gel de dióxido de silicone ou solução

Coloidal

Carbono ativo

Talco

Betonina;

Caolinita;

Perlita;

Cera de abelha;

Cera de carna√ļba;

Microorganismos e enzimas ( não OGM/transgênicos)

 

ANEXO VI

DA ARMAZENAGEM E DO TRANSPORTE:

 

Os produtos org√Ęnicos devem ser mantidos separados de produtos n√£o org√Ęnicos;

Todos os produtos dever√£o ser adequadamente identificados durante todo o processo de armazenagem e transporte;

O √ďrg√£o Colegiado Nacional dever√° estabelecer padr√Ķes para a preven√ß√£o e controle de poluentes e contaminantes;

Produtos org√Ęnicos e n√£o org√Ęnicos n√£o poder√£o ser armazenados ou transportados juntos, exceto, quando claramente identificados, embalados e fisicamente separados;

A certificadora dever√° regular as formas e os padr√Ķes permitidos para a descontamina√ß√£o, limpeza e desinfec√ß√£o de todas as m√°quinas e equipamentos, onde os produtos org√Ęnicos s√£o mantidos, manuseados ou processados;

As condi√ß√Ķes ideais do local de armazenagem e do transporte de produtos, s√£o fatores necess√°rios para a certifica√ß√£o de sua qualidade org√Ęnica.

 

ANEXO VII

DA ROTULAGEM:

 

A pessoa física ou jurídica legalmente responsável pela produção ou processamento do produto deverá ser claramente identificada no rótulo, conforme se segue:

 

1. Produtos de um s√≥ ingrediente poder√£o ser rotulados como "produto org√Ęnico", desde que certificado;

 

2. Produtos compostos de mais de um ingrediente, incluindo aditivos, em que nem todos os ingredientes sejam de origem certificada org√Ęnica, dever√£o ser rotulados da seguinte forma:

a) os produtos compostos que apresentarem um m√≠nimo de 95% de ingredientes de origem org√Ęnica certificada, ser√£o rotulados como produtos org√Ęnicos;

b) os produtos compostos que apresentarem 70% de ingredientes de origem org√Ęnica certificada, ser√£o rotulados como produtos com ingredientes org√Ęnicos, devendo constar nos r√≥tulos as propor√ß√Ķes dos ingredientes org√Ęnicos e n√£o org√Ęnicos;

c) os produtos compostos que n√£o atenderem as exig√™ncias contidas nas al√≠neas "a" e "h" anteriormente mencionadas, n√£o ser√£o rotulados como org√Ęnicos.

√Āgua e sal adicionados, n√£o poder√£o ser inclu√≠dos no c√°lculo do percentual de ingredientes org√Ęnicos;

Todas as mat√©rias-primas dever√£o estar listadas no r√≥tulo do produto em ordem de peso percentual, de forma a ficar claro quais os materiais de origem certificada org√Ęnica e quais os que n√£o o s√£o; e¬†Todos os aditivos dever√£o estar listados com o seu nome completo. Quando o percentual de ervas e condimentos for inferior a 2%, esses poder√£o ser listados como "temperos".

ESTE TEXTO N√ÉO SUBSTITUI O PUBLICADO NO DI√ĀRIO OFICIAL DA UNI√ÉO DE 19/05/1999, SE√á√ÉO 1.